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Simonetti participa da reunião de associados do Centro de Estudos das Sociedades de Advogados

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O presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti, participou na noite desta terça-feira (27/9) de reunião híbrida de associados promovida pelo Centro de Estudos das Sociedades de Advogados (CESA). O tema do encontro foi “O papel da OAB na defesa da advocacia e das sociedades de advogados”. Além do presidente da OAB, participaram do debate o presidente do CESA, Gustavo Brigagão, a vice-presidente do CESA, Cristiane Romano, o presidente da Comissão Nacional de Sociedades de Advogados, Carlos Augusto Monteiro Nascimento, os conselheiros federais Mariana Matos de Oliveira (BA) e Carlos José Santos da Silva (SP) e o presidente da Comissão das Sociedades de Advocacia da OAB-SP, Flavio Paschoa Junior.

Simonetti participou por videoconferência. A reunião foi realizada em São Paulo. Ele falou a respeito do papel da Ordem na defesa da advocacia e da sociedade de advogados. “Somos uma gestão que reconhece no CESA um dos braços intelectuais mais importantes no que tange à proteção e defesa daquilo que é importante para a sociedade de advogados. Por isso, temos esse consórcio, um consórcio verdadeiro entre a OAB e o CESA. Congregando advogadas e advogados de todas as regiões do país e somando inteligências com o CESA para pensar avanços das sociedades de advogados. Pensar nas sociedades é pensar antes naqueles que as compõem, que são os profissionais da advocacia. Nesse ponto, orientamos pautas no sentido de fomentar a proteção e a dignidade da advocacia brasileira”, disse o presidente da Ordem.

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Simonetti falou ainda sobre a importância da união em torno de temas de relevância para a advocacia em tramitação no Congresso Nacional que trarão avanço significativo para a categoria. Ele citou também, como uma das páginas mais importantes da história da advocacia brasileira, a vitória no julgamento do tema 1076, perante a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em que foi estabelecida a fixação dos honorários de acordo com o previsto no artigo 85 do Código de Processo Civil.

“Nos propusemos a fazer, desde o primeiro dia deste mandato, uma gestão de advogadas e advogados para a advocacia. Em que pese a atuação da Ordem nas questões que envolvem a sociedade brasileira, as pautas da Ordem, corporativas e institucionais, têm governado essa gestão”, declarou o presidente da OAB.

Entidades irmãs

Na abertura da reunião, Brigagão saudou a parceria do CESA com a Ordem. “Nossa instituição sempre andou de mãos dadas com a OAB na defesa de uma série de direitos. Questões como a das prerrogativas da advocacia, a defesa da democracia e da nossa Constituição”, disse ele. “O CESA existe há 40 anos e durante esse tempo todo as entidades irmãs, com a OAB em primeiro lugar, seguida por outras, como o Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), o Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP), a Associação dos Advogados de São Paulo (AASP), sempre andaram juntas na luta por diversas pautas e tratando dos mais variados temas”, afirmou Brigagão.

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Fonte: OAB Nacional

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JURÍDICO

Conselho Federal esclarece inclusão de novos conteúdos no 38º Exame de Ordem

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Conforme previsto em Provimento aprovado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), o 38º Exame de Ordem Unificado (EOU) terá a inclusão de três áreas na avaliação: Direito Eleitoral, Financeiro e Previdenciário. O total de questões da primeira fase permanecerá o mesmo, 80. Contudo, as áreas de Direito Administrativo, Direito Civil, Processo Civil e Direito Empresarial terão 1 questão a menos, cada, a fim de incluir duas questões de cada um dos novos conteúdos inseridos na prova.

O aperfeiçoamento do EOU tem sido alvo de reuniões recorrentes entre o presidente da Comissão Nacional de Exame de Ordem do Conselho Federal, Marco Aurélio de Lima Choy, o presidente da Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado, Celso Barros Coelho Neto, e a Fundação Getulio Vargas, responsável pela aplicação da prova.

O presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti, explica que a atuação da entidade para a melhoria dos cursos de direito e para incremento da avaliação se pauta pela responsabilidade em fornecer à sociedade profissionais habilitados a exercerem a advocacia. “Nossa gestão luta, diuturnamente, pela modernização do ensino jurídico brasileiro, sem dispor de sua qualidade, eficiência e superioridade técnico-científica. Esse é o nosso desafio e o nosso compromisso”, afirma.

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O professor Choy reforça a importância da avaliação para a sociedade brasileira e para o mercado de trabalho. “O Exame de Ordem tem de refletir as demandas atuais do exercício da advocacia. Há uma necessidade constante de atualização da prova em relação aos conteúdos desenvolvidos nas Faculdades de Direito e a sua observância no âmbito das Diretrizes Curriculares Nacionais”, explica. Choy ressalta, ainda, o trabalho realizado pela Fundação Getulio Vargas na organização da terceira maior prova do país.

O Coordenador do Exame, Celso Barros, por sua vez, explica que a introdução de novos conteúdos na prova contempla o anseio de professores e Instituições de Ensino Superior e, principalmente, da Sociedade Brasileira. “Na atualidade, é imprescindível o conteúdo de Direito Eleitoral, Direito Previdenciário e Direito Financeiro para atuação de advogados e advogadas. São áreas que ganharam muita importância nos últimos anos e demandam conhecimentos específicos”, justifica.

Fonte: OAB Nacional

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