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POLITÍCA NACIONAL

Senado inaugura exposição ‘Brasil Aflora’, com ilustrações de flores nativas

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O Senado inugurou na quarta-feira (9) a exposição Brasil Aflora: a arte da ilustração botânica. São 17 ilustrações de flores brasileiras, produzidas pelo Centro de Ilustração Botânica do Paraná (CIBP). A exposição fica no espaço Senado Galeria, no Anexo I, até 25 de abril. É uma iniciativa da Diretoria-Geral do Senado, com apoio da Secretaria de Comunicação Social (Secom).

A abertura da exposição marca também a Semana Nacional de Responsabilidade Social, celebrada na segunda semana de abril, e faz um chamado para a 5ª Conferência de Responsabilidade Social, promovida pela Rede Legislativo Sustentável. O evento reúne Senado, Câmara dos Deputados e Tribunal de Contas da União para promover a agenda de sustentabilidade ambiental, social e de governança no Poder Legislativo. Neste ano, a Conferência será organizado pelo Senado e acontece no final de maio.

— Celebramos o nosso esforço de trabalhar com uma governança adequada para que possamos de fato contribuir, em termos de responsabilidade social, com aquilo que a sociedade espera do Senado — afirmou o diretor-executivo de Gestão (Direg) do Senado, Marcio Tancredi.

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Além da exposição, a parceria com o CIBP também rendeu a produção de agendas e calendários institucionais, desenvolvidos pela Secretaria de Relações Públicas (SRPSF), área da Secom.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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