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POLITÍCA NACIONAL

Rodrigo Cunha celebra centenário de Arapiraca

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O senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL) destacou, em pronunciamento na terça-feira (29), os 100 anos de Arapiraca (AL), celebrados nesta quarta-feira (30). O parlamentar afirmou que o município, sua cidade natal, surgiu como uma pequena vila de agricultores e hoje é uma das cidades mais prósperas e dinâmicas do Nordeste, destacando-se pelo crescimento econômico e e por sua riqueza cultural. 

— Arapiraca é reconhecida em todo o país pelo seu espírito empreendedor e pela sua capacidade de se reinventar. Desde o auge da produção do fumo e das feiras livres até seu desenvolvimento como polo comercial e agrícola, a cidade construiu uma história baseada em muito orgulho, que traz um grande progresso para o povo alagoano.

Rodrigo também afirmou ter destinado mais de R$ 132 milhões em emendas ao município, com recursos para o hospital regional, creches, unidades básicas de saúde, entidades que cuidam de pessoas com deficiência, agricultura familiar, poços artesianos, cultura e esportes. E destacou o Outubro Rosa, mês de conscientização sobre o câncer de mama, com o o trabalho em prol do Hospital do Amor de Arapiraca, destinado ao tratamento de câncer. 

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— Se o câncer de mama é o câncer que mais tira a vida de mulheres, também é um câncer que pode ser tratado, desde que seja identificado de maneira precoce e de maneira correta. E é isso que nós estamos fazendo, através do Hospital de Amor, fisicamente em Arapiraca, mas também móvel, através de duas carretas que percorrem todo o estado de Alagoas levando os serviços para a mulher alagoana.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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