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POLITÍCA NACIONAL

Congresso recebe iluminação especial para conscientização sobre o mieloma múltiplo

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O Congresso Nacional recebe iluminação especial na cor vermelha nesta quinta-feira (20) em alusão à campanha Março Borgonha, dedicada à conscientização sobre o mieloma múltiplo, câncer hematológico raro. O objetivo da ação é sensibilizar a sociedade sobre a doença e estimular a busca por diagnóstico precoce, o que é essencial para melhorar as taxas de sobrevida e qualidade de vida dos pacientes.

A iluminação atende a pedido da deputada Flávia Morais (PDT-GO).

O mieloma múltiplo é caracterizado pela proliferação descontrolada de plasmócitos na medula óssea. Os plasmócitos produzem anticorpos contra agentes infecciosos como vírus e bactérias. O tumor afeta, mais comumente, os ossos da coluna vertebral, o crânio, a pélvis, a caixa torácica e as áreas ao redor dos ombros e quadris.

De acordo com informações da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), embora esse seja um tipo de câncer mais comum em pessoas com mais de 60 anos, a doença também pode afetar adultos jovens.

A dor intensa nos ossos, fraturas frequentes e anemia são os principais sintomas da doença. A identificação precoce dos sintomas é determinante para um bom tratamento, que vai depender da condição de saúde e da idade do paciente.

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Da Assessoria de Imprensa – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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