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Dia Nacional da Amazônia é debatido pelos deputados

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No dia nacional da Amazônia, comemorado em 05 de setembro, deputados fizeram pronunciamentos para destacar o papel que o estado do Pará e os demais da Região Amazônica vêm assumindo no cenário nacional, e até internacional, diante do desafio de estar na linha de frente na defesa de um dos patrimônios naturais mais valiosos de toda a humanidade, sendo a maior reserva natural do planeta.

Investimentos e obras na região amazônica – Para o deputado Carlos Bordalo, o aspecto principal para se comemorar o dia da Amazônia é o papel de destaque que a região tem recebido por parte do federal. “O PAC vai investir no país até 2026 de um trilhão e 500 bilhões”, destacou. Considerou que serão obras fundamentais. “Vamos ter na Amazônia muitas obras importantes, interligação de linhas de transmissão de energia elétrica, estradas, investimento na segurança para as reservas biológicas da Amazônia”.Deputado Carlos Bordalo

O Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) prevê investimentos no valor de R$ 75,2 bilhões no Pará e mais de 49 bilhões no vizinho Amazonas. Pelo anúncio feito em agosto, estão previstos a ponte sobre o Rio Xingu na BR-230; a duplicação da BR-316, no trecho entre Castanhal e o trevo de Salinópolis; a pavimentação da BR-308, entre Viseu e Bragança; a derrocagem do Pedral do Lourenço e moradias do Minha Casa, Minha Vida.

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Há investimentos também em estudos, como em hidrovias e Ferrogrão, via férrea para ligar o Porto de Miritituba, em Itaituba, no sudoeste do Pará, ao município de Sinop, no Mato Grosso. E também estão previstas obras de urbanização de favelas, abastecimento de água, esgotamento sanitário, resíduos sólidos, prevenção a desastres naturais; além de construções para os setores da saúde, educação, cultura e esporte.

Investimento na Amazônia com respeito ao ecossistema – A deputada Maria do Carmo destacou ainda a importância da data, do dia nacional da Amazônia, para celebrar a riqueza e a importância deste ecossistema único do mundo, que abriga uma diversidade incomparável de vida e, que pode e deve, em primeiro, lugar beneficiar seus moradores para ‘bem viver’.Deputada Maria do Carmo

“Estamos abertos ao diálogo e para receber investimentos na Amazônia, porque aqui existe espaço para todos, no entanto, não somos uma porteira aberta para experimentos”, disse. Para ela é necessário regular os que aqui venham, seguir um portfólio ou um protocolo a ser seguido, operado pela Sudam e demais políticas governamentais recebendo os projetos com financiamentos do Basa e do Fundo Amazônia.

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Não podemos deixar que ‘preservação’ seja ferramenta de subdesenvolvimento – Já o deputado Carlos Vinicius falou sobre as cobranças que são feitas para os amazônidas sobre a preservação da Amazônia e que não podemos somente falar que a Amazônia seja apenas fornecedor de água e de oxigênio para o mundo. “Temos um grande potencial de fornecedor de todas as necessidades existentes hoje – floresta, biodiversidade, potencial minerário e não podemos deixar passar esse momento, e permitir que o discurso de preservação seja ferramenta de subdesenvolvimento da população que vive na Amazônia”.Deputado Carlos Vinícius

Para ele, não há nenhuma forma de desenvolvimento sem uma certa agressão ao meio ambiente. “Temos que explorar esse potencial, e que as agressões sejam feitas de forma minimamente impactante e muito eficiente economicamente para poder levar o desenvolvimento para a população que mora na beira do rio e dentro de nossas florestas”, concluiu, afirmando o caminho usado por outros países na busca pelo desenvolvimento econômico e social.

Fonte: Assembleia Legislativa do PA

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Pará bateu recorde e atingiu R$ 2 bilhões em arrecadação de ICMS em janeiro deste ano

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Estado apresenta investimentos e despesas em 2023 O Pará atingiu a arrecadação recorde  de R$ 2 bilhões em ICMS somente no mês de janeiro deste ano. Foi a maior arrecadação de ICMS da história do estado, conforme informação do secretário adjunto de Tesouro da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefa), Lourival Barbalho Júnior. O secretário participou da audiência pública de prestação de contas do Governo do Estado relativa ao terceiro quadrimestre 2023, realizada pela Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (CFFO), nesta quarta-feira (28), no auditório multiuso da Alepa.

A audiência do terceiro quadrimestre foi coordenada pelos deputados Torrinho Torres (PODEMOS), vice-presidente da CFFO; e pelo Cel. Neil (PL), que também é membro da comissão. A CFFO realiza audiência pública para que o Parlamento e a sociedade possam avaliar a gestão da administração pública estadual de cada quadrimestre do ano. O evento é balizado na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO-2022).

Representante da Sefa festeja recorde de ICMS em janeiro de 2024 O representante da Sefa, Lourival Barbalho Júnior, explicou que a receita própria do estado vem tendo crescimento substancial. Hoje, “a receita própria representa dois terços da receita total”. A receita própria está em torno de 66% e a receita transferida 34% da receita total. “Isso está fazendo com que o Pará tenha um equilíbrio fiscal e proporcionando as políticas públicas do Governo do Estado”, garantiu.

O secretário estima que este ano a arrecadação cresça ainda mais, especialmente pelos resultados do ICMS, que é o imposto carro-chefe das receitas estaduais. Conforme explicou, no início do Governo de Hélder Barbalho (MDB), em 2019 essa arrecadação era de R$ 1 bilhão. E agora, no mês de janeiro de 2024, a arrecadação do período dobrou, chegando a R$ 2 bilhões. No último quadrimestre de 2023 (setembro, outubro, novembro e dezembro) estimou-se uma arrecadação do ICMS foi de R$ 18 milhões, mas o esforço tributário atingiu o valor de R$ 20 milhões no período.

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A secretária adjunta da Secretaria de Planejamento e de Administração (Seplad), Maria de Nazaré Nascimento, apresentou os investimentos com obras, programas e despesas do estado em diversas áreas, especialmente nas áreas de educação, saúde, segurança e transportes.

Maria de Nazaré Souza Nascimento, informou que o estado investiu 26% da Receita Líquida de Impostos e Transferências (RLIT) em 2023, estando acima do limite mínimo constitucional de 25%. As despesas com a educação foram de R$ 7,8 bilhões. Com saúde, que tem o limite constitucional de 12% da RLIT, esse percentual chegou a 14%. As despesas com a saúde foram de R$ 4,1 bilhões. A Receita Líquida de Impostos do Pará foi de R$ 29,8 bilhões.

Com relação a gastos com pessoal, no Poder Executivo, o estado chegou ao percentual de 42,24% da Receita Corrente Líquida (RCL), não atingido o percentual de limite legal de alerta, que é de 43,74% e se mantendo longe do limite máximo que é de 48,60%des. A secretária adjunta informou que neste período o governo cumpriu agenda de concursos e contemplação de planos de cargos e carreiras de órgãos estaduais. No total, os três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) atingiram o percentual do gasto com pessoal de 50,03% da RCL, ficando também longe do limite máximo de 60%.

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Entre as principais realizações de 2023, Maria de Nazaré citou a entrega do Centro de Convenções Sebastião Tapajós, em Santarém; Centro de Especializado de Transtorno de Espectro Autista (CETEA), em Belém; quilômetros de rodovias asfaltadas em diversos municípios, dentre eles, Óbidos, Oriximiná, São Miguel, Marapanim e Piçarra; reconstrução de escolas em diversas regiões; inauguração do campus da UEPA no município de Parauapebas e ampliação do campus da UEPA em Castanhal; reforma e ampliação de delegacias da Polícia Civil nos municípios de Curralinho e Barcarena; comando regional e batalhão da Polícia Militar em Parauapebas; escritório regional Ideflor-Bio no município de Soure; e programas sociais “Sua Casa”, “Água Pará” e “Recomeçar”.

O deputado Cel. Neil pediu explicações sobre a capacidade de endividamento do estado mediante os empréstimos realizados pela gestão e os secretários apresentaram o relatório relativo ao assunto, destacando que pela situação fiscal atual, o estado poderia se endividar até 200% acima da receita corrente líquida. Mas, esse percentual está em 19%, devido ao controle da administração com a questão do endividamento. O deputado ressaltou a importância da audiência para o Parlamento e a sociedade tirarem dúvidas e avaliarem a administração pública estadual.

Fonte: Assembleia Legislativa do PA

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