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Dia do protetor animal relembra projetos importantes aprovados na Alepa

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A causa animal é pauta da maioria das agendas parlamentares na Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) e hoje é um dia para lembrar da importância do protagonismo do chamado ”protetor animal”, que é toda pessoa que desempenha, gratuitamente, atividades que busquem proteger, cuidar, conscientizar e resgatar animais em condições de vulnerabilidade. Então, no seu dia, que é comemorado hoje (17), a Alepa vem lembrar de alguns dos projetos voltados para garantir os direitos dos animais e um dos deles é o Código Estadual de Proteção aos Animais, aprovado na Casa.

A Assembleia Legislativa do Estado do Pará aprovou ainda a Lei que obriga o autor a pagar despesas por maus-tratos a animais. Também foi aprovada pela Alepa a criação da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais. O ex-deputado Igor Normando, atual Secretário de Estado, é autor de mais de 15 projetos em favor da causa animal. Entre os projetos aprovados, está a criminalização do abandono e maus-tratos a animais e deu seguimento a esse trabalho através do Programa Pará Patas, onde já beneficiou muitos animais de rua e protetores com castração, orientação, vacinas na capital e região metropolitana.Igor Normando

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A Casa também já realizou várias Sessões Especiais para discutir Projetos de Lei e políticas públicas voltadas a estender o amparo aos animais.

No final de 2023, a Comissão de Constituição e Justiça aprovou 58 Projetos de Lei na 28ª reunião ordinária e a causa animal estava entre eles. De autoria do deputado Aveilton Souza, o Projeto de Lei nº 773/2023, aprovado por unanimidade, proíbe a doação ou venda de animais domésticos para quem praticou crime de violência ou maus-tratos.Deputado Aveílton Souza

A deputada Lívia Duarte (PSOL), ativista de muitas causas sociais, recentemente se manifestou na rede social, no perfil @gatodemuro, prometendo ajudar com políticas públicas voltadas à causa animal. Ela, assim como outros parlamentares, vem dando espaço para essa discussão, principalmente no que tece o combate aos maus-tratos. O Abrigo Gato de Muro tem 150 animais e resgatou, no dia 22 de dezembro, 42 filhotes da Praça da Cremação, um ponto de abandono tradicional.Deputada Lívia Duarte

No Pará, há dezenas de protetores de animais independentes, que vivem no limite do seu emocional, sem condições financeiras para atender as necessidades e muitos são até processados e denunciados por maus-tratos porque não conseguem dar as condições exigidas pelo sistema, que não cobra do poder público sua obrigação legal. O dever do Estado de proteção aos animais possui fundamento na Constituição Federal, em seu artigo 225.

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No Pará, não existe abrigo público, então nascem protetores que usam suas casas para salvar animais de rua e exercem esse serviço essencial de saúde pública também.

A protetora Raquel Viana, responsável pelo abrigo Aufamily, que tem mais de mil animais e é considerado o maior abrigo do norte do Brasil, afirma que hoje é um dia para lamentar. ”Não temos nada a comemorar. Somos invisíveis para o poder público, nós e os animais. E ainda somos perseguidos, processados, denunciados”, reflete.

Os protetores vivem geralmente de ajuda financeira da sociedade, fazendo campanhas de doação de um real para sustentar os animais.

Serviço: O abrigo Aufamily promove feira de adoções e ajuda protetores pequenos. Para ajudar esse ong. entre em contato pelo telefone ou acesse a rede social:

Instagram: @Aufamilyabrigo

Pix: 33093218000197 (CNPJ DO AUFAMILY)

Telefone: 91 98430-6006

Abrigo Gato de Muro

Instagram: @gatodemuro

Telefone. 91 99201-3387

Fonte: Assembleia Legislativa do PA

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Pará bateu recorde e atingiu R$ 2 bilhões em arrecadação de ICMS em janeiro deste ano

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Estado apresenta investimentos e despesas em 2023 O Pará atingiu a arrecadação recorde  de R$ 2 bilhões em ICMS somente no mês de janeiro deste ano. Foi a maior arrecadação de ICMS da história do estado, conforme informação do secretário adjunto de Tesouro da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefa), Lourival Barbalho Júnior. O secretário participou da audiência pública de prestação de contas do Governo do Estado relativa ao terceiro quadrimestre 2023, realizada pela Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (CFFO), nesta quarta-feira (28), no auditório multiuso da Alepa.

A audiência do terceiro quadrimestre foi coordenada pelos deputados Torrinho Torres (PODEMOS), vice-presidente da CFFO; e pelo Cel. Neil (PL), que também é membro da comissão. A CFFO realiza audiência pública para que o Parlamento e a sociedade possam avaliar a gestão da administração pública estadual de cada quadrimestre do ano. O evento é balizado na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO-2022).

Representante da Sefa festeja recorde de ICMS em janeiro de 2024 O representante da Sefa, Lourival Barbalho Júnior, explicou que a receita própria do estado vem tendo crescimento substancial. Hoje, “a receita própria representa dois terços da receita total”. A receita própria está em torno de 66% e a receita transferida 34% da receita total. “Isso está fazendo com que o Pará tenha um equilíbrio fiscal e proporcionando as políticas públicas do Governo do Estado”, garantiu.

O secretário estima que este ano a arrecadação cresça ainda mais, especialmente pelos resultados do ICMS, que é o imposto carro-chefe das receitas estaduais. Conforme explicou, no início do Governo de Hélder Barbalho (MDB), em 2019 essa arrecadação era de R$ 1 bilhão. E agora, no mês de janeiro de 2024, a arrecadação do período dobrou, chegando a R$ 2 bilhões. No último quadrimestre de 2023 (setembro, outubro, novembro e dezembro) estimou-se uma arrecadação do ICMS foi de R$ 18 milhões, mas o esforço tributário atingiu o valor de R$ 20 milhões no período.

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A secretária adjunta da Secretaria de Planejamento e de Administração (Seplad), Maria de Nazaré Nascimento, apresentou os investimentos com obras, programas e despesas do estado em diversas áreas, especialmente nas áreas de educação, saúde, segurança e transportes.

Maria de Nazaré Souza Nascimento, informou que o estado investiu 26% da Receita Líquida de Impostos e Transferências (RLIT) em 2023, estando acima do limite mínimo constitucional de 25%. As despesas com a educação foram de R$ 7,8 bilhões. Com saúde, que tem o limite constitucional de 12% da RLIT, esse percentual chegou a 14%. As despesas com a saúde foram de R$ 4,1 bilhões. A Receita Líquida de Impostos do Pará foi de R$ 29,8 bilhões.

Com relação a gastos com pessoal, no Poder Executivo, o estado chegou ao percentual de 42,24% da Receita Corrente Líquida (RCL), não atingido o percentual de limite legal de alerta, que é de 43,74% e se mantendo longe do limite máximo que é de 48,60%des. A secretária adjunta informou que neste período o governo cumpriu agenda de concursos e contemplação de planos de cargos e carreiras de órgãos estaduais. No total, os três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) atingiram o percentual do gasto com pessoal de 50,03% da RCL, ficando também longe do limite máximo de 60%.

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Entre as principais realizações de 2023, Maria de Nazaré citou a entrega do Centro de Convenções Sebastião Tapajós, em Santarém; Centro de Especializado de Transtorno de Espectro Autista (CETEA), em Belém; quilômetros de rodovias asfaltadas em diversos municípios, dentre eles, Óbidos, Oriximiná, São Miguel, Marapanim e Piçarra; reconstrução de escolas em diversas regiões; inauguração do campus da UEPA no município de Parauapebas e ampliação do campus da UEPA em Castanhal; reforma e ampliação de delegacias da Polícia Civil nos municípios de Curralinho e Barcarena; comando regional e batalhão da Polícia Militar em Parauapebas; escritório regional Ideflor-Bio no município de Soure; e programas sociais “Sua Casa”, “Água Pará” e “Recomeçar”.

O deputado Cel. Neil pediu explicações sobre a capacidade de endividamento do estado mediante os empréstimos realizados pela gestão e os secretários apresentaram o relatório relativo ao assunto, destacando que pela situação fiscal atual, o estado poderia se endividar até 200% acima da receita corrente líquida. Mas, esse percentual está em 19%, devido ao controle da administração com a questão do endividamento. O deputado ressaltou a importância da audiência para o Parlamento e a sociedade tirarem dúvidas e avaliarem a administração pública estadual.

Fonte: Assembleia Legislativa do PA

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