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OAB presente à posse do corregedor-geral da Justiça Eleitoral

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O presidente nacional da OAB, Beto Simonetti, representou a entidade e a advocacia na solenidade de posse do ministro Benedito Gonçalves como corregedor-geral da Justiça Eleitoral, realizada na manhã desta quinta-feira (8/9), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Como de praxe no protocolo da Justiça Eleitoral, não houve discurso. O empossado assinou o termo de investidura, prestou o juramento regimental e foi declarado investido no cargo de corregedor pelo presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes.

Simonetti aproveitou a ocasião para parabenizar o ministro e reafirmar a confiança da OAB no Judiciário. “Enquanto porta-voz da advocacia brasileira e da própria sociedade civil, acreditamos em um processo eleitoral marcado por lisura e transparência, bem como na efetividade das urnas. Seguiremos como parceiros da Justiça Eleitoral e esperamos ver, mais uma vez, a soberania do voto popular garantida”, destacou o presidente da Ordem.

Gonçalves, que assume a função antes ocupada pelo ministro Mauro Campbell Marques, foi eleito corregedor-geral na sessão administrativa do TSE de terça-feira (6/8). Desde novembro de 2021 no tribunal eleitoral, o magistrado também compõe o Superior Tribunal de Justiça (STJ) – condição para assumir a corregedoria.

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Além de Simonetti, Moraes e do próprio Benedito Gonçalves, compuseram a mesa de honra da solenidade o vice-presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski; o ministro do STJ e TSE, Raul Araújo; o vice-procurador-geral da Justiça Eleitoral, Paulo Gonet; e os ministros do TSE Sérgio Banhos e Carlos Horbach. O presidente da OAB-RJ, Luciano Bandeira, também participou da sessão.

Fonte: OAB Nacional

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JURÍDICO

Conselho Federal esclarece inclusão de novos conteúdos no 38º Exame de Ordem

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Conforme previsto em Provimento aprovado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), o 38º Exame de Ordem Unificado (EOU) terá a inclusão de três áreas na avaliação: Direito Eleitoral, Financeiro e Previdenciário. O total de questões da primeira fase permanecerá o mesmo, 80. Contudo, as áreas de Direito Administrativo, Direito Civil, Processo Civil e Direito Empresarial terão 1 questão a menos, cada, a fim de incluir duas questões de cada um dos novos conteúdos inseridos na prova.

O aperfeiçoamento do EOU tem sido alvo de reuniões recorrentes entre o presidente da Comissão Nacional de Exame de Ordem do Conselho Federal, Marco Aurélio de Lima Choy, o presidente da Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado, Celso Barros Coelho Neto, e a Fundação Getulio Vargas, responsável pela aplicação da prova.

O presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti, explica que a atuação da entidade para a melhoria dos cursos de direito e para incremento da avaliação se pauta pela responsabilidade em fornecer à sociedade profissionais habilitados a exercerem a advocacia. “Nossa gestão luta, diuturnamente, pela modernização do ensino jurídico brasileiro, sem dispor de sua qualidade, eficiência e superioridade técnico-científica. Esse é o nosso desafio e o nosso compromisso”, afirma.

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O professor Choy reforça a importância da avaliação para a sociedade brasileira e para o mercado de trabalho. “O Exame de Ordem tem de refletir as demandas atuais do exercício da advocacia. Há uma necessidade constante de atualização da prova em relação aos conteúdos desenvolvidos nas Faculdades de Direito e a sua observância no âmbito das Diretrizes Curriculares Nacionais”, explica. Choy ressalta, ainda, o trabalho realizado pela Fundação Getulio Vargas na organização da terceira maior prova do país.

O Coordenador do Exame, Celso Barros, por sua vez, explica que a introdução de novos conteúdos na prova contempla o anseio de professores e Instituições de Ensino Superior e, principalmente, da Sociedade Brasileira. “Na atualidade, é imprescindível o conteúdo de Direito Eleitoral, Direito Previdenciário e Direito Financeiro para atuação de advogados e advogadas. São áreas que ganharam muita importância nos últimos anos e demandam conhecimentos específicos”, justifica.

Fonte: OAB Nacional

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