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Comitê Regulador do Marketing Jurídico realiza primeira reunião e inicia coleta de propostas

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O Comitê Regulador do Marketing Jurídico (CMJ) realizou na tarde de sexta-feira (26/8) sua primeira reunião. Além da apresentação detalhada da Resolução 23/2022, que disciplina as competências do CMJ, o encontro serviu para coletar propostas para a realização de levantamentos estatísticos, definição de estratégias de comunicação e distribuição de projetos em tramitação no comitê. O CMJ tem a missão de pacificar e unificar a interpretação dos temas pertinentes perante os Tribunais de Ética e Disciplina e Comissões de Fiscalizações das Seccionais, além de acompanhar a evolução dos critérios específicos sobre marketing, publicidade e informação na advocacia.

A presidente do CMJ, Milena da Gama, que é secretária-geral do Conselho Federal, apontou que o primeiro encontro do comitê acertou as bases do trabalho que busca ajudar a advocacia e compreender com exatidão os usos e limites na hora de se comunicar com a sociedade. “Foi a oportunidade para iniciarmos um debate com o objetivo de pontuar as maiores preocupações do grupo, mapear as demandas existentes e definir os critérios de prioridade. A inovação trazida pela resolução demanda um diálogo cuidadoso sobre o processo de aplicação e de interpretação das normas. Sabemos que nesse momento há muitas dúvidas sobre o tema e por isso abordamos o assunto com a profundidade que ele exige. Há muito trabalho pela frente e muita disposição dos membros do CMJ em enfrentar a questão”, disse Milena.

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Durante a reunião, foi feita ainda a apresentação das estratégias de comunicação do CMJ, que incluiu detalhamento do hotsite marketingjuridico.oab.org.br. O plano de comunicação aborda ainda o uso de redes sociais com divulgação durante o Colégio de Presidentes Seccionais, que será realizado nos dias 1º e 2 de setembro, em Fortaleza, seguido de postagens semanais após o evento. Foi exibido aos integrantes do CMJ os materiais de divulgação que será utilizado nas redes sociais do Conselho Federal. “Tudo é muito novo nesse debate e queremos manter a advocacia bem informada sobre nosso trabalho. Por isso, fizemos um planejamento de comunicação cuidadoso, abrangente e esclarecedor”, resumiu Milena.

Os integrantes do comitê também definiram a distribuição de processos que estão em tramitação no CMJ. Os expedientes distribuídos tratam de temas como: proposta de alteração do Provimento 205/2021; edição de obra comentada acerca da publicidade e informação na advocacia; regulação de outras ferramentas de publicidade; uso de plataformas digitais para aproximação entre advogado e cliente, dúvidas recebidas pelo canal “fale conosco” da Ouvidoria e outros temas.

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Também participaram da reunião desta sexta-feira, o vice-presidente do comitê Lúcio Flávio Siqueira de Paiva, o secretário-geral do grupo, Danniel Alves Costa,  o cordenador de Comunicação do CFOAB, Thiago Dias, e os integrantes Greice Fonseca Stocker, José Pinto Quezado e Lenilson Ferreira Pereira.

Fonte: OAB Nacional

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Conselho Federal esclarece inclusão de novos conteúdos no 38º Exame de Ordem

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Conforme previsto em Provimento aprovado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), o 38º Exame de Ordem Unificado (EOU) terá a inclusão de três áreas na avaliação: Direito Eleitoral, Financeiro e Previdenciário. O total de questões da primeira fase permanecerá o mesmo, 80. Contudo, as áreas de Direito Administrativo, Direito Civil, Processo Civil e Direito Empresarial terão 1 questão a menos, cada, a fim de incluir duas questões de cada um dos novos conteúdos inseridos na prova.

O aperfeiçoamento do EOU tem sido alvo de reuniões recorrentes entre o presidente da Comissão Nacional de Exame de Ordem do Conselho Federal, Marco Aurélio de Lima Choy, o presidente da Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado, Celso Barros Coelho Neto, e a Fundação Getulio Vargas, responsável pela aplicação da prova.

O presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti, explica que a atuação da entidade para a melhoria dos cursos de direito e para incremento da avaliação se pauta pela responsabilidade em fornecer à sociedade profissionais habilitados a exercerem a advocacia. “Nossa gestão luta, diuturnamente, pela modernização do ensino jurídico brasileiro, sem dispor de sua qualidade, eficiência e superioridade técnico-científica. Esse é o nosso desafio e o nosso compromisso”, afirma.

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O professor Choy reforça a importância da avaliação para a sociedade brasileira e para o mercado de trabalho. “O Exame de Ordem tem de refletir as demandas atuais do exercício da advocacia. Há uma necessidade constante de atualização da prova em relação aos conteúdos desenvolvidos nas Faculdades de Direito e a sua observância no âmbito das Diretrizes Curriculares Nacionais”, explica. Choy ressalta, ainda, o trabalho realizado pela Fundação Getulio Vargas na organização da terceira maior prova do país.

O Coordenador do Exame, Celso Barros, por sua vez, explica que a introdução de novos conteúdos na prova contempla o anseio de professores e Instituições de Ensino Superior e, principalmente, da Sociedade Brasileira. “Na atualidade, é imprescindível o conteúdo de Direito Eleitoral, Direito Previdenciário e Direito Financeiro para atuação de advogados e advogadas. São áreas que ganharam muita importância nos últimos anos e demandam conhecimentos específicos”, justifica.

Fonte: OAB Nacional

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