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CFOAB e Conselho Federal de Contabilidade discutem ações conjuntas

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A diretoria do do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) foi recebida, nesta quarta-feira (17/8), pelo presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti, em Brasília. O encontro serviu para que CFC e CFOAB se aproximem em torno de uma pauta comum e parcerias entre as duas entidades, como a elaboração de campanhas de orientação para contadores e advogados, especialmente as direcionadas às eleições.

Participaram da reunião o presidente do CFC, Aécio Dantas; o vice-presidente de desenvolvimento operacional, Joaquim Bezerra; o vice-presidente de política institucional, Manoel Júnior; e o conselheiro, Haroldo Santos Filho.

“A OAB tem uma relação histórica com o CFC e o que nós estamos fazendo hoje é reafirmar essa relação. São duas carreiras bastante demandadas durante as eleições e, como nós temos muitas preocupações em relação à transparência dos pleitos, é necessário nos unirmos mais uma vez para prepararmos orientações para ambas as classes no que tange à prestação de contas eleitorais, corrupção, combate ao caixa dois nas eleições, e é para isso que estamos aqui mais uma vez reunidos”, afirmou Simonetti.

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Dantas aproveitou o momento para lembrar que o CFC está para lançar uma cartilha referente a prestação de contas eleitorais e que nesse momento o lançamento pode ser realizado em parceria entre as entidades. “Nós temos uma série de pautas que são comuns e que que há muitos anos as duas entidades vêm tratando em conjunto. Hoje, estamos fazendo uma visita institucional, de um certo modo resgatando e ratificando essa parceria para que possamos continuar juntos discutindo assuntos tão importantes”, completou o presidente do CFC.

Fonte: OAB Nacional

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JURÍDICO

Conselho Federal esclarece inclusão de novos conteúdos no 38º Exame de Ordem

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Conforme previsto em Provimento aprovado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), o 38º Exame de Ordem Unificado (EOU) terá a inclusão de três áreas na avaliação: Direito Eleitoral, Financeiro e Previdenciário. O total de questões da primeira fase permanecerá o mesmo, 80. Contudo, as áreas de Direito Administrativo, Direito Civil, Processo Civil e Direito Empresarial terão 1 questão a menos, cada, a fim de incluir duas questões de cada um dos novos conteúdos inseridos na prova.

O aperfeiçoamento do EOU tem sido alvo de reuniões recorrentes entre o presidente da Comissão Nacional de Exame de Ordem do Conselho Federal, Marco Aurélio de Lima Choy, o presidente da Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado, Celso Barros Coelho Neto, e a Fundação Getulio Vargas, responsável pela aplicação da prova.

O presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti, explica que a atuação da entidade para a melhoria dos cursos de direito e para incremento da avaliação se pauta pela responsabilidade em fornecer à sociedade profissionais habilitados a exercerem a advocacia. “Nossa gestão luta, diuturnamente, pela modernização do ensino jurídico brasileiro, sem dispor de sua qualidade, eficiência e superioridade técnico-científica. Esse é o nosso desafio e o nosso compromisso”, afirma.

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O professor Choy reforça a importância da avaliação para a sociedade brasileira e para o mercado de trabalho. “O Exame de Ordem tem de refletir as demandas atuais do exercício da advocacia. Há uma necessidade constante de atualização da prova em relação aos conteúdos desenvolvidos nas Faculdades de Direito e a sua observância no âmbito das Diretrizes Curriculares Nacionais”, explica. Choy ressalta, ainda, o trabalho realizado pela Fundação Getulio Vargas na organização da terceira maior prova do país.

O Coordenador do Exame, Celso Barros, por sua vez, explica que a introdução de novos conteúdos na prova contempla o anseio de professores e Instituições de Ensino Superior e, principalmente, da Sociedade Brasileira. “Na atualidade, é imprescindível o conteúdo de Direito Eleitoral, Direito Previdenciário e Direito Financeiro para atuação de advogados e advogadas. São áreas que ganharam muita importância nos últimos anos e demandam conhecimentos específicos”, justifica.

Fonte: OAB Nacional

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