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Poder Legislativo lembra projetos importantes no Dia Mundial de Combate ao Câncer

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Neste domingo (4), a luta contra a doença que mas mata anualmente no mundo é lembrada pelo Dia Mundial do Câncer. São cerca de 7,6 milhões de mortes por ano, o que faz a Organização Mundial da Saúde (OMS) considerar este o principal problema de saúde pública global. A estimativa divulgada no início do ano passado pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) confirma que o Brasil terá 704 mil novos casos de câncer diagnosticados por ano, no triênio 2023 a 2025. Apesar dos dados, é possível constatar uma projeção positiva de redução da mortalidade até o final desta década, de 12% em homens e de 4,6% em mulheres se comparar os períodos de 2011/2015 e 2026/2030.

A Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) é um agente ativo no combate à doença por meio de projetos de lei, moções e diversas proposições. A intenção é mudar as estatísticas que alarmam o Brasil com políticas públicas coerentes por uma saúde qualificada e presente na vida da população. A deputada Lívia Duarte (PSOL), autora da moção nº 1164/2023, solicita providências sobre a implantação de Centros de Alta Resolutividade (CARE) para o diagnóstico de câncer de mama nos hospitais regionais do Estado do Pará, deferida em 2023.

O deputado Aveiton Souza (PL) também apresentou moção (nº 29/2023) pedindo a Instalação de unidades oncológicas e/ou a habilitação dos Hospitais Regionais de Altamira, Conceição do Araguaia, Marabá e Redenção para o tratamento de câncer, que foi aprovado ano passado. É também de sua autoria a proposição que visa a concessão do direito de ausência ao serviço sem prejuízo do salário para servidor do Pará que realizar exames de controle do câncer de próstata – se sancionada, a Lei contempla servidores policiais militares, bombeiros e policiais civis. 

De autoria da ex-deputada Dra. Heloísa Guimarães, o Projeto de Lei nº 47/2022 também foi aprovado e, após sancionado, instituiu o Dia Estadual de Combate e Conscientização do Câncer de Cabeça e Pescoço no Pará. Está em andamento na Casa, ainda, o PL nº 635/2023, de autoria do deputado Wescley Tomaz (AVANTE), que institui a Carteira de Identificação do Paciente Oncológico no âmbito do Estado do Pará, com o objetivo de simplificar o acesso a direitos e benefícios legais para pessoas diagnosticadas com câncer. 

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Já a Campanha Estadual de Prevenção e Combate do Câncer Colorretal é realizada sempre no mês de março através do exame “FIT – Teste Imuniquímico para Pesquisa de Sangue Oculto”. A ação foi garantida via PL nº 35/2020, de autoria da deputada Diana Belo (MDB). De autoria do deputado Coronel Neil, a Casa de Leis aprovou também a proposição que determina a obrigatoriedade da realização gratuita de exames de prevenção do câncer de próstata no Pará.

Há também outras proposições em andamento na Alepa, confira:

– PL nº 613/2023, de autoria da deputada Paula Titan (MDB), trata sobre a prioridade de exames de mamografias em mulheres de 40 a 70 anos e com histórico familiar de câncer de mama e ou nódulos em toda a rede de saúde Pública do Estado do Pará.
– PL nº 104/2023, de autoria do deputado Lu Ogawa (PP), que garante passe livre às pessoas Diagnosticadas com Câncer no sistema de transporte coletivo interestadual de passageiros do Estado do Pará.
– PL nº 477/2021, de autoria do deputado Eliel Faustino (UB), sugere a instituição da Semana Estadual de Incentivo à Doação de Cabelos para Pessoas em Tratamento de Câncer.

Dia Mundial 
A campanha do dia 4 de fevereiro foi criada pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), que reúne mais de mil organizações em cerca de 160 países, e tem a intenção de inspirar mudanças e mobilizar ações. A sensibilização sobre a doença é considerada a alternativa mais eficaz para evitar mais de 6 milhões de mortes prematuras até 2025, segundo estimativas da UICC, que orienta a necessidade de desenvolver estratégias práticas.

Anualmente, 1,5 milhões de mortes podiam ser evitadas com as medidas adequadas para atingir a meta “25 para 25” da Organização Mundial da Saúde (OMS), que visa reduzir as mortes prematuras por doenças não transmissíveis em 25% até 2025.

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Os tipos de câncer mais comuns em mulheres são: mama, pulmão, cólon e reto, útero e melanoma. Já em homens são: próstata, pulmão, cólon e reto, bexiga urinária e melanoma. No Brasil, o câncer de pele – melanoma – corresponde por 31,3% dos casos, de mama feminina (10,5%), próstata (10,2%), cólon e reto (6,5%), pulmão (4,6%) e estômago (3,1%). Os números reafirmam o câncer como a 2ª causa de mortes por doença. A OMS prevê que até 2030 o câncer vai ocupar o 1º lugar, ultrapassando as doenças cardiovasculares.

Prevenção e estilo de vida
A vacinação contra o HPV e hepatite (que previnem cânceres de colo de útero e de fígado, respectivamente) é uma forma de prevenir a doença, assim como o controle da obesidade, a promoção de uma dieta saudável, a prática de atividades físicas, o uso do protetor solar, a redução do consumo de álcool e o combate ao tabagismo, além da disponibilidade e acesso a recursos de diagnóstico e tratamento mais avançado.

Os principais fatores de risco relacionados ao desenvolvimento do câncer são: sedentarismo, tabagismo, alimentação, peso corporal, hábitos sexuais, fatores ocupacionais, bebidas alcoólicas, exposição solar, radiações e medicamentos. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que o câncer de pulmão pode ter a sua letalidade reduzida em 28% até 2030, como reflexo da redução no número de fumantes no País. O Brasil ainda possui uma taxa alta de fumantes – 12% dos brasileiros consomem cigarros diariamente. O tabaco está relacionado a 90% dos cânceres de pulmão.

Dia da Mamografia
Nesta segunda-feira (5), é o Dia Nacional da Mamografia. A data tem como objetivo chamar a atenção para a importância do exame na detecção de alterações nas mamas e foi instituída pela Lei nº 11.695/2.008.

Fonte: Assembleia Legislativa do PA

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Pará bateu recorde e atingiu R$ 2 bilhões em arrecadação de ICMS em janeiro deste ano

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Estado apresenta investimentos e despesas em 2023 O Pará atingiu a arrecadação recorde  de R$ 2 bilhões em ICMS somente no mês de janeiro deste ano. Foi a maior arrecadação de ICMS da história do estado, conforme informação do secretário adjunto de Tesouro da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefa), Lourival Barbalho Júnior. O secretário participou da audiência pública de prestação de contas do Governo do Estado relativa ao terceiro quadrimestre 2023, realizada pela Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (CFFO), nesta quarta-feira (28), no auditório multiuso da Alepa.

A audiência do terceiro quadrimestre foi coordenada pelos deputados Torrinho Torres (PODEMOS), vice-presidente da CFFO; e pelo Cel. Neil (PL), que também é membro da comissão. A CFFO realiza audiência pública para que o Parlamento e a sociedade possam avaliar a gestão da administração pública estadual de cada quadrimestre do ano. O evento é balizado na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO-2022).

Representante da Sefa festeja recorde de ICMS em janeiro de 2024 O representante da Sefa, Lourival Barbalho Júnior, explicou que a receita própria do estado vem tendo crescimento substancial. Hoje, “a receita própria representa dois terços da receita total”. A receita própria está em torno de 66% e a receita transferida 34% da receita total. “Isso está fazendo com que o Pará tenha um equilíbrio fiscal e proporcionando as políticas públicas do Governo do Estado”, garantiu.

O secretário estima que este ano a arrecadação cresça ainda mais, especialmente pelos resultados do ICMS, que é o imposto carro-chefe das receitas estaduais. Conforme explicou, no início do Governo de Hélder Barbalho (MDB), em 2019 essa arrecadação era de R$ 1 bilhão. E agora, no mês de janeiro de 2024, a arrecadação do período dobrou, chegando a R$ 2 bilhões. No último quadrimestre de 2023 (setembro, outubro, novembro e dezembro) estimou-se uma arrecadação do ICMS foi de R$ 18 milhões, mas o esforço tributário atingiu o valor de R$ 20 milhões no período.

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A secretária adjunta da Secretaria de Planejamento e de Administração (Seplad), Maria de Nazaré Nascimento, apresentou os investimentos com obras, programas e despesas do estado em diversas áreas, especialmente nas áreas de educação, saúde, segurança e transportes.

Maria de Nazaré Souza Nascimento, informou que o estado investiu 26% da Receita Líquida de Impostos e Transferências (RLIT) em 2023, estando acima do limite mínimo constitucional de 25%. As despesas com a educação foram de R$ 7,8 bilhões. Com saúde, que tem o limite constitucional de 12% da RLIT, esse percentual chegou a 14%. As despesas com a saúde foram de R$ 4,1 bilhões. A Receita Líquida de Impostos do Pará foi de R$ 29,8 bilhões.

Com relação a gastos com pessoal, no Poder Executivo, o estado chegou ao percentual de 42,24% da Receita Corrente Líquida (RCL), não atingido o percentual de limite legal de alerta, que é de 43,74% e se mantendo longe do limite máximo que é de 48,60%des. A secretária adjunta informou que neste período o governo cumpriu agenda de concursos e contemplação de planos de cargos e carreiras de órgãos estaduais. No total, os três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) atingiram o percentual do gasto com pessoal de 50,03% da RCL, ficando também longe do limite máximo de 60%.

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Entre as principais realizações de 2023, Maria de Nazaré citou a entrega do Centro de Convenções Sebastião Tapajós, em Santarém; Centro de Especializado de Transtorno de Espectro Autista (CETEA), em Belém; quilômetros de rodovias asfaltadas em diversos municípios, dentre eles, Óbidos, Oriximiná, São Miguel, Marapanim e Piçarra; reconstrução de escolas em diversas regiões; inauguração do campus da UEPA no município de Parauapebas e ampliação do campus da UEPA em Castanhal; reforma e ampliação de delegacias da Polícia Civil nos municípios de Curralinho e Barcarena; comando regional e batalhão da Polícia Militar em Parauapebas; escritório regional Ideflor-Bio no município de Soure; e programas sociais “Sua Casa”, “Água Pará” e “Recomeçar”.

O deputado Cel. Neil pediu explicações sobre a capacidade de endividamento do estado mediante os empréstimos realizados pela gestão e os secretários apresentaram o relatório relativo ao assunto, destacando que pela situação fiscal atual, o estado poderia se endividar até 200% acima da receita corrente líquida. Mas, esse percentual está em 19%, devido ao controle da administração com a questão do endividamento. O deputado ressaltou a importância da audiência para o Parlamento e a sociedade tirarem dúvidas e avaliarem a administração pública estadual.

Fonte: Assembleia Legislativa do PA

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