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POLITÍCA NACIONAL

Zenaide Maia homenageia professores e jogadora Marta

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A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) homenageou os professores em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (15). A parlamentar lembrou de sua trajetória acadêmica, destacando a influência dos professores em sua vida. Zenaide citou nominalmente alguns de seus antigos professores e ressaltou a importância da valorização dos profissionais da educação. Ela defendeu melhores condições de trabalho e remuneração para a categoria.

A parlamentar criticou cortes no orçamento da educação, referindo-se ao bloqueio de R$ 13,2 bilhões da União, que afetou recursos para a educação na ordem de R$ 1,3 bilhão. Para a senadora, retirar recursos da área não resolve os problemas econômicos do país. Zenaide também defendeu que emendas parlamentares sejam direcionadas para o fortalecimento das escolas.

— Eu sempre digo que educação não é gasto, é investimento público em vidas humanas, em desenvolvimento, em riqueza social, em prevenção da pobreza e da violência. A trajetória exitosa das universidades e dos institutos federais, por exemplo, prova que o ensino de qualidade transforma famílias, comunidades, cidades e o país como um todo — disse.

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No mesmo discurso, a senadora também prestou homenagens à jogadora Marta Vieira da Silva, destacando sua trajetória no futebol e sua luta pela igualdade de gênero no esporte. Zenaide celebrou as conquistas de Marta, tanto no futebol quanto em sua atuação como embaixadora da ONU Mulheres.

— Marta representa, com a sua trajetória, a superação, o talento e a determinação que inspiram milhões de jovens, especialmente mulheres, que sonham em conquistar seu espaço no esporte. Além de seu brilhantismo em campo, Marta é reconhecida por seu compromisso social. Como embaixadora da ONU Mulheres, ela usa a sua voz para promover a igualdade de gênero e o empoderamento feminino, reforçando a importância do esporte como ferramenta de transformação social — ressaltou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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