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Wellington comemora os sete anos de criação das universidades ‘supernovas’

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Em pronunciamento em Plenário nesta terça-feira (25), o senador Wellington Fagundes (PL-MT) fez uma homenagem às chamadas “supernovas” universidades federais, que completam sete anos. Ele também fez um convite para a audiência pública sobre a atuação dessas instituições, agendada para esta quarta-feira (26), a partir das 14h — o debate será promovido pela Comissão de Educação e Cultura (CE).

Wellington, que solicitou a audiência, lembrou que essas instituições foram criadas em 2018 a partir do desmembramento de universidades localizadas nos estados de Goiás, Mato Grosso, Piauí, Pernambuco e Tocantins. No requerimento do debate, ele destaca que as “supernovas universidades federais (…) desempenham um papel fundamental na democratização do ensino superior no Brasil”.

O senador também disse que as novas unidades — localizadas nas cidades de Rondonópolis (MT), Jataí e Catalão (GO), Parnaíba (PI), Garanhus (PE) e Araguaína (TO) — promovem a interiorização do ensino, garantindo acesso à educação superior para milhares de estudantes que não tinham a oportunidade de se mudar para as respectivas capitais estaduais.

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Foram convidados para a audiência os reitores das seis universidades. 

Ainda durante seu pronunciamento, Wellington elogiou dois eventos do setor do agronegócio realizados recentemente em seu estado, Mato Grosso: a Farm Show, em Primavera do Leste, e o Show Safra, em Lucas do Rio Verde. Ele também ressaltou a importância da tecnologia e da pesquisa agrícola para os resultados expressivos de Mato Grosso.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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