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POLITÍCA NACIONAL

Universitários podem se inscrever no Politeia 2025 a partir de sexta-feira

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A Câmara dos Deputados, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), abre inscrições nesta sexta-feira (2), a partir das 19 horas, para a 19ª edição do Politeia, projeto de extensão que permite a estudantes aprenderem sobre o processo legislativo por meio da simulação de atividades parlamentares.

Em 2025, a simulação será realizada em formato presencial, entre os dias 18 e 25 de julho. O encontro contará com a participação de 200 estudantes da graduação/pós-graduação divididos em quatro modalidades: parlamentar, repórter, assessor parlamentar e fotógrafo. Todos poderão vivenciar as atividades referentes às suas respectivas funções, as quais compõem o dia a dia da Câmara dos Deputados.

Inscrições
Para participar, o estudante deve estar regularmente matriculado em uma instituição de ensino superior. As inscrições serão realizadas por meio de formulário eletrônico (a estar disponível na página do projeto), em quatro modalidades de vagas:
I. Cotas de Gênero
II. Cotas Raciais
III. Cotas Sociais de Assistência Estudantil da UnB
IV. Ampla Concorrência

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As inscrições vão até o dia 17 de maio e serão contabilizadas por ordem de chegada.

Objetivos
O objetivo do Politeia, idealizado por estudantes do Instituto de Ciência Política da UnB, é proporcionar aos universitários maior proximidade com o processo legislativo brasileiro. O projeto se propõe a utilizar uma metodologia diferente e inovadora de ensino, na qual o participante atua diretamente na construção de uma proposta legislativa e a encaminha para apreciação dos colegas com base em processo semelhante ao do sistema adotado no Brasil.

O estudante tem a possibilidade de não apenas simular as principais decisões tomadas no país, mas também a oportunidade de compreender como funciona o Congresso Nacional e conhecer melhor a dinâmica das instituições democráticas brasileiras.

Da Redação – MO
Com informações da Assessoria de Imprensa da Câmara dos Deputados

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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