BELÉM

POLITÍCA NACIONAL

Situação da EBC será tema de debate no Conselho de Comunicação Social

Published

on

O Conselho de Comunicação Social (CCS) fará uma audiência pública na segunda-feira (4) para discutir a situação da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). A decisão de promover o debate foi tomada durante reunião no mês passado, quando alguns integrantes do conselho apontaram problemas na empresa e solicitaram a audiência. O debate será realizado durante a reunião ordinária do conselho, que está marcada para as 14h.

Na reunião de outubro, conselheiros afirmaram que há uma crise na EBC. Edwilson da Silva, representante da categoria dos radialistas, alertou para a falta de investimentos do governo na estatal. Já a conselheira Maria José Braga, que representa os jornalistas, citou demandas trabalhistas de funcionários da empresa.

A audiência terá como convidados a diretora-geral da EBC, Maíra Bittencourt, e o representante dos empregados no Conselho Administrativo da EBC, Thiago Interaminense.

Pauta

Antes do debate, os integrantes do conselho devem discutir a redação final do anteprojeto para modificação da Lei 8.389, de 1991, que instituiu o Conselho de Comunicação Social. Também está na pauta o relatório da proposta de reformulação do regimento interno do conselho.

Leia Também:  Consultoria de Orçamento da Câmara prevê cumprimento da meta fiscal de 2024 pelo governo

Após a audiência sobre a EBC, está prevista a discussão do relatório de “andamento das comissões temáticas”.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

Published

on

O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

Leia Também:  Consultoria de Orçamento da Câmara prevê cumprimento da meta fiscal de 2024 pelo governo

— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

MAIS LIDAS DA SEMANA