BELÉM

POLITÍCA NACIONAL

Senado vai homenagear o Dia da Aviação de Caça

Published

on

O Senado vai realizar uma sessão especial na terça-feira (6), a partir das 10 horas, para lembrar o Dia da Aviação de Caça (celebrado em 22 de abril) e homenagear os militares que compõem esse braço da Força Aérea Brasileira (FAB). A sessão foi uma iniciativa do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) (RQS 52/2025).

O evento vai relembrar também a história do 1º Grupo de Aviação de Caça da FAB. Criado em 1943, o 1º Grupo participou de missões na Itália durante a Segunda Guerra Mundial.

“O dia 22 de abril foi escolhido para celebrar essa aviação de elite, pois, em 1945, o Primeiro Grupo realizou o maior número de surtidas em um único dia, consolidando sua importância para a história militar do Brasil”, justificou o parlamentar.

Pontes acrescentou, no requerimento, que a Aviação de Caça desempenha um papel essencial na defesa aérea do Brasil, garantindo a soberania do espaço aéreo nacional e a segurança da população. Ele também quer usar a sessão especial para registrar a evolução das aeronaves de combate brasileiras e a contribuição de equipes de manutenção.

Leia Também:  Projeto prevê incentivo fiscal para pesquisa agropecuária no Brasil

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

Published

on

O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

Leia Também:  Comissão externa sobre obras paralisadas cancela votação do relatório de atividades de 2024

— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

MAIS LIDAS DA SEMANA