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POLITÍCA NACIONAL

Senado recebe iluminação no fim de semana pelo Dia Internacional da Mulher

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Neste sábado (7) e domingo (8), a cúpula e o Anexo 1 do Senado serão iluminados de roxo em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, comemorado anualmente em 8 de março. A solicitação é da senadora Zenaide Maia (PSD-RN), procuradora da Mulher, com apoio da senadora Leila Barros (PDT-DF), líder da Bancada Feminina.

A criação do Dia Internacional da Mulher costuma ser atribuída a um incêndio em uma fábrica têxtil ocorrido em 1911, em Nova York, quando cerca de 130 operárias morreram. Mas, apesar de o fato ter marcado a história, as movimentações femininas que culminaram na criação da data começaram muito antes do incêndio, segundo a historiadora Ana Izabel Gonzalez, no livro As origens e a comemoração do Dia Internacional das Mulheres. Vários estudos registram protestos de mulheres, principalmente da classe operária, por melhores condições de trabalho, desde o século 19, em países da Europa e nos Estados Unidos.

Segundo a socióloga e professora da USP Eva BlayA a criação de uma data para celebrar o Dia Internacional da Mulher, partiu da líder comunista alemã Clara Zetkin, em 1910, durante um Congresso Internacional de Mulheres Socialistas.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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