BELÉM

POLITÍCA NACIONAL

Projeto social de servidores do Senado recebe visita da ativista Luiza Brunet

Published

on

A modelo e ativista Luiza Brunet visitou o Senado nessa segunda-feira (21) para conhecer as ações da Liga do Bem, braço voluntário dos servidores da Casa. A Liga, que desenvolve ações de ajuda a pessoas em condição de vulnerabilidade social, já conta com 322 pessoas envolvidas diretamente e completa nove anos em novembro. Este mês, o grupo promove uma de suas principais ações de solidariedade: o Outubro Rosa. 

Luiza Brunet, que sempre esteve à frente de campanhas sociais, ficou emocionada com o projeto e elogiou o trabalho da Liga do Bem.

— É uma surpresa muito agradável e positiva saber que realmente o Senado tem essa preocupação com a parte humanitária e cuida das pessoas. Acredito que é assim que deveria ser sempre.

Ela reforçou que o papel da sociedade civil é alavancar as ações para aumentar o engajamento e atender mais pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade, principalmente as mulheres. Luiza conheceu o projeto a convite da amiga Adeline Delgado, que é voluntária da Liga. A visita foi acompanhada pela diretora-geral, Ilana Trombka, e pela coordenadora do grupo de voluntários, Patrícia Seixas Alves.

Leia Também:  Entra em vigor consulta obrigatória a cadastros nos casos de adoção

Ilana destacou a importância da iniciativa voluntária dentro do Senado, ressaltando que a Liga do Bem também atua na conscientização sobre a saúde da mulher. A diretora-geral reforçou as campanhas de corte e doação de cabelo para mulheres que enfrentam a luta contra o câncer e os exames de mamografia para profissionais terceirizadas da Casa.

— Todo ano o Senado dá oportunidade às suas terceirizadas, acima de 40 anos, de realizarem mamografia e consulta médica. Já salvamos a vida de mulheres aqui com essa atenção à prevenção.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

Published

on

O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

Leia Também:  Entra em vigor consulta obrigatória a cadastros nos casos de adoção

— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

MAIS LIDAS DA SEMANA