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POLITÍCA NACIONAL

Plínio celebra decisão que autoriza licença para asfaltamento da BR-319

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Da tribuna do Plenário do Senado nesta terça-feira (8), o senador Plínio Valério (PSDB-AM) celebrou decisão da Justiça que voltou a autorizar licença prévia para asfaltamento da BR-319, estrada que conecta Manaus a Porto Velho e ao restante do país. 

A determinação é do desembargador Flávio Jardim, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que derrubou, nesta segunda-feira (7), decisão liminar que suspendeu a reconstrução e asfaltamento do trecho central da BR-319. Para Plínio Valério, a autorização para a continuidade das obras é “histórica”.

— É uma decisão de significado histórico. O desembargador Flávio Jardim liberou o prosseguimento do processo de licenciamento para pavimentação e restauração da BR-319. Sem ela, prevalece o isolamento, a impossibilidade de trânsito — disse. 

Durante o pronunciamento, Plínio criticou ONGs financiadas com recursos internacionais que, segundo o parlamentar, tentam barrar o progresso da região. O senador também manifestou insatisfação com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, por, de acordo com ele, trabalhar contra o asfaltamento da estrada. 

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—  As ONGs estão aí com seu poder paralelo a dominar a Amazônia e nos dizer o que podemos ou não fazer — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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