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POLITÍCA NACIONAL

Pacheco comemora prêmio de sustentabilidade concedido ao Senado

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O presidente do Senado Rodrigo Pacheco anunciou em Plenário, nesta quarta-feira (27), que o Senado Federal foi vencedor do Prêmio Marco Maciel, edição de 2024, na categoria ESG (sigla em inglês para Environmental, Social and Governance, um conjunto de critérios que avaliam o desempenho de uma empresa ou instituição em relação a sustentabilidade).

O Prêmio Marco Maciel – Diálogo, Ética e Transparência nas relações Público-Privadas tem como objetivo reconhecer e divulgar as melhores práticas realizadas por organizações e instituições, por meio dos seus profissionais, que atuaram de acordo com os princípios norteadores da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig): ética, transparência, diálogo e responsabilidade social.

— Esse reconhecimento é um testemunho do nosso compromisso com o meio ambiente e a ação social, com impactos significativos tanto em nosso âmbito interno quanto externo. As iniciativas do Senado, de fato, têm servido de referência e inspiração para todos aqueles que se engajam conosco em redes voltadas à responsabilidade socioambiental – destacou Pacheco.

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O presidente do Senado também parabenizou todas as áreas envolvidas, que contribuíram para o alcance da premiação.

— Um agradecimento especial à Diretoria-Geral, na pessoa da nossa diretora Ilana Trombka, ao Comitê Permanente pela Promoção da Igualdade de Gênero e Raça e ao Núcleo de Ações de Responsabilidade Social, cujos esforços incansáveis foram fundamentais para que o Senado Federal se destacasse e fosse merecedor desse prestigioso prêmio. Que esse reconhecimento sirva como incentivo para continuarmos nosso esforço em benefício da sociedade e do meio ambiente.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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