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POLITÍCA NACIONAL

Faro destaca crescimento econômico do país e defende aumento na isenção do IR

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O senador Beto Faro (PT-PA) afirmou, em pronunciamento nesta quarta-feira (19), que o crescimento da economia brasileira reflete os acertos da política econômica do governo. Ele citou os dados do Banco Central, que apontam um aumento de 0,9% no Índice de Atividade Econômica em janeiro, e destacou medidas que segundo ele impulsionam esse resultado, como investimentos em infraestrutura, fortalecimento de programas sociais e estímulos à indústria e ao comércio.

— Esse desempenho não é obra do acaso. Ele é fruto de uma estratégia econômica que combina responsabilidade fiscal com o estímulo ao desenvolvimento social e produtivo. As ações do governo têm gerado emprego, renda e confiança, e os números mostram que estamos no caminho certo — disse.

O parlamentar também destacou o projeto de lei (PL 1.087/2025) enviado pelo governo ao Congresso, que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês. Segundo ele, a proposta beneficia cerca de 20 milhões de brasileiros, garantindo mais justiça tributária ao país. Ele ressaltou que a medida mantém a carga tributária equilibrada ao tributar rendimentos superiores a R$ 50 mil mensais, alcançando apenas 0,6% dos contribuintes.

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— O projeto do governo busca distribuir melhor a carga tributária, garantindo que a base da pirâmide social tenha melhores condições de vida. Apenas 140 mil pessoas que recebem mais de R$ 600 mil por ano passarão a contribuir mais. É uma mudança necessária para corrigir distorções históricas e construir um país mais justo.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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