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POLITÍCA NACIONAL

Exposição sobre os 200 anos do Senado integra a Primavera dos Museus

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A exposição Senado 200 Anos – Conectando Passado e Futuro, no Salão Negro do Congresso Nacional, integra a 18ª Primavera dos Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) de segunda (23) a domingo (29). 

O evento reúne 900 instituições e prevê a realização de 2.334 atividades em museus de todo o Brasil, entre exposições, palestras, visitas guiadas e oficinas. A edição deste ano tem como tema “Museus, acessibilidade e inclusão”. A intenção é promover a discussão e a democratizar os museus, especialmente para tornar os espaços mais acessíveis a diferentes públicos, tanto em termos físicos quanto sociais e culturais.

A Primavera dos Museus é uma oportunidade para os museus se conectarem com a comunidade local, aumentando sua visibilidade e reforçando seu papel como centros de preservação e disseminação do conhecimento. O evento promove a democratização do acesso à cultura, a valorização do patrimônio histórico e o estímulo à educação e à reflexão sobre temas culturais importantes.  

Esta não é a primeira vez que o Senado participa da Primavera dos Museus. Na edição de 2021, a Casa produziu um seminário com o tema “Perdas e Recomeços”.

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— Sempre buscamos aproveitar uma exposição ou atividade em destaque para integrar a programação da Primavera dos Museus, que é uma ocasião importante para divulgarmos o nosso museu — disse a coordenadora do Museu do Senado (Comus), Maria Cristina Monteiro.

Ela destacou também a importância histórica da exposição sobre os 200 anos da Casa e elogiou o diferencial de inovação e acessibilidade da mostra.

— Esta exposição é bem imagética e interativa, conta com informações em braile e libras no único vídeo com áudio, o que foi bem satisfatório para nós, pois se encaixou dentro do tema de acessibilidade e inclusão desta edição da Primavera dos Museus.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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