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Divulgados vencedores da 2ª edição do concurso de programas de rádio “Eu e a Lei”

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O Plenarinho e a Rádio Câmara divulgaram o resultado da 2ª edição do concurso “Eu e a Lei”, que desafiou crianças e jovens de 10 a 17 anos a contarem como as leis impactam suas vidas. A iniciativa faz parte das ações em comemoração aos 20 anos do Plenarinho e aos 25 anos da Rádio Câmara.

Foram selecionadas duas obras radiofônicas com duração entre um e cinco minutos, que serão veiculadas no programa “15 minutos de Cidadania”, da Rádio Câmara. As produções de rádio foram avaliadas por uma comissão julgadora composta por representantes da Rádio Câmara e do Plenarinho. Foram analisados critérios como adequação ao tema; inovação, originalidade, criatividade e conteúdo; e qualidade técnica da produção.

As obras foram inscritas em duas categorias: de 10 a 14 anos e 15 a 17 anos.

As produções selecionadas foram:

Categoria 10 a 14 anos – Marcos Levi Morais de Souza Cavalcante, com a obra “A vida da criança e do adolescente antes e depois do ECA”, de Petrolina, Pernambuco.

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Categoria 15 a 17 anos – Wanessa de Sousa Rodrigues, com a obra “Eu e a Lei”, de Paracuru, Ceará.

Os vencedores receberão certificados, participarão do programa “15 minutos de Cidadania” e de outros programas da Rádio Câmara, da TV Câmara e do Plenarinho, além de ganhar a viagem para Brasília para participar da cerimônia de premiação.

A cerimônia de premiação ocorrerá no dia 14 de novembro, às 14h, no Salão Nobre.

Mais informações na página do Concurso “Eu e a Lei”.

Da Assessoria de Imprensa

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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