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POLITÍCA NACIONAL

Damares aplaude matérias de segurança pública aprovadas pelo Senado

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) destacou, em pronunciamento no Plenário nesta quinta-feira (10), os avanços do Senado Federal na área de segurança pública. A parlamentar ressaltou a presença do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, em audiência na Comissão de Segurança Pública (CSP), onde foram apresentadas propostas e discutidas estratégias para o setor. Segundo Damares, a reunião contou com a participação de parlamentares tanto da base governista quanto da oposição, que, apesar das diferenças políticas, demonstraram respeito e apoio ao trabalho do ministro.

— Estávamos na comissão com muitos parlamentares de oposição, mas todos com muito respeito ao ministro Ricardo Lewandowski, porque queremos muito que o ministro da Justiça dê certo. O ministro da Justiça dando certo, os programas de segurança pública propostos por ele dando certo, o Brasil dá certo. E nós precisamos, de fato, nos unir em torno da segurança pública — afirmou a senadora.

Damares também elogiou propostas legislativas recentemente aprovadas pelo Senado, como o endurecimento de penas para o furto e a receptação de cabos de energia elétrica, além do agravamento de penas para crimes de roubo em geral (PL 4.872/2024). Outra medida destacada foi a aprovação, pela CSP, da tipificação da corrupção ativa e passiva como crime hediondo (PL 677/2021). Para a senadora, essas iniciativas representam um esforço concreto do Legislativo para fortalecer o combate à criminalidade, preenchendo lacunas legais e oferecendo respostas mais firmes à sociedade. 

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Quero parabenizar o Senado pelas grandes entregas nessa área de segurança. E desejar ao ministro da Justiça [Ricardo Lewandowski] sucesso — declarou. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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