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POLITÍCA NACIONAL

Congresso se ilumina de azul pelo Dia Marítimo Mundial e pelo Dia das Ataxias

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O prédio do Congresso Nacional recebe iluminação especial na cor azul nesta quarta (25) e quinta-feiras (26) pelo Dia Marítimo Mundial e pelo Dia Internacional das Ataxias.

O Dia Marítimo Mundial, comemorado sempre na última quinta-feira de setembro, conta com o apoio de 175 países-membros da Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês) e de várias organizações intergovernamentais com as quais a IMO coopera em questões de interesse mútuo.

O objetivo da data é ressaltar a importância da segurança e proteção da navegação marítima, o impacto das indústrias marítimas no comércio global e a preservação do meio ambiente marinho.

De acordo com as Nações Unidas, mais de 80% do comércio global é realizado por meio do transporte marítimo internacional, conectando pessoas e comunidades em todo o mundo. Portanto, a segurança e eficiência desse setor são cruciais para promover um crescimento econômico sustentável.

Essa iluminação foi pedida pelo presidente da comissão de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional, deputado José Rocha (União-BA).

Ataxias
Já o Dia Internacional das Ataxias é comemorado em 25 de setembro, data em que a Organização Mundial de Saúde (OMS) coordena campanhas de sensibilização e conscientização sobre o tema para estimular diagnóstico adequado e tratamento.

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A ataxia é uma condição que dificulta ou impede a manutenção da coordenação motora, especialmente dos movimentos voluntários. Pode haver prejuízo nos movimentos de várias regiões do corpo — dedos, mãos, braços, pernas, olhos –, e no equilíbrio, no tônus muscular, na deglutição e na fala.

Há diferentes tipos de ataxia e o tratamento depende do tipo e da gravidade da doença e pode incluir remédios antiespasmódicos, relaxantes ou injeções de botox.

Essa iluminação foi pedida pelo senador Humberto Costa (PT-PE).

Da Assessoria de Imprensa da Câmara dos Deputados – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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