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POLITÍCA NACIONAL

Congresso recebe iluminação na cor verde pelo Dia Mundial da Atividade Física

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O Congresso Nacional recebe iluminação especial na cor verde nesta segunda-feira (7) em alusão ao Dia Mundial da Atividade Física (6 de abril). A data foi instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com o objetivo de combater o sedentarismo, que se constitui em alto fator de risco para a saúde.

De acordo com a OMS, atividade física é qualquer movimento corporal produzido pelos músculos esqueléticos que requeiram gasto de energia – incluindo aqueles praticados durante o trabalho, jogos, execução de tarefas domésticas, viagens e atividades de lazer. O termo não deve ser confundido com “exercício”, que é uma subcategoria da atividade física e se caracteriza por planejamento, estrutura e repetição, tendo como objetivo a melhoria ou manutenção de um ou mais componentes do condicionamento físico.

Segundo o Ministério da Saúde, estimativas globais mostram que 1 em cada 3 adultos e 81% dos adolescentes não fazem atividade física suficiente. Além disso, à medida que os países se desenvolvem economicamente, os níveis de inatividade aumentam devido às mudanças nos padrões de transporte, ao uso crescente de tecnologia para trabalho e lazer, aos valores culturais e ao aumento do comportamento sedentário.

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A OMS recomenda pelo menos 150 minutos semanais de atividade física moderada ou 75 minutos de exercícios intensos. Caminhadas, corridas, musculação, dança, esportes e até mesmo atividades simples, como subir escadas ou andar de bicicleta, são formas eficazes de movimentar o corpo e garantir uma vida mais saudável.

É importante que, antes de começar ou voltar a praticar exercícios, sejam realizados exames para verificar o estado geral de saúde para que seja indicado o melhor tipo de atividade física e a intensidade adequada. Além disso, o ideal é que haja acompanhamento por um profissional de educação física capacitado.

Da Redação – RL
Com informações da Assessoria de Imprensa da Câmara dos Deputados

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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