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POLITÍCA NACIONAL

Comissão discute colaboração do Hospital Ophir Loyola no atendimento de pessoas no norte do país

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A Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais da Câmara dos Deputados reliza audiência pública nesta terça-feira (12) para comemorar os 112 anos do Hospital Ophir Loyola.

O debate atende a pedido do deputado Airton Faleiro (PT-PA). A deputada Carol Dartora (PT-PR) subescreveu o requerimento.

A audiência será realizada às 13 horas, no plenário 12.

O Hospital Ophir Loyola foi fundado em 1912 e desempenha um papel de extrema relevância para o Pará e para toda a região Amazônica. “O hospital assume a responsabilidade pelo atendimento de mais de 70% dos casos de câncer no estado, além de ser reconhecido como referência nas áreas de neurocirurgia, nefrologia e transplantes”, exemplifica Faleiro.

O parlamentar acrescenta que a entidade também trabalha pelo contínuo com o avanço da medicina. “Esse evento não apenas honrará o legado do Hospital Ophir Loyola, mas também contribuirá significativamente para o futuro da oncologia na Amazônia”, reforça o deputado.

Da Redação – ND

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Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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