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POLITÍCA NACIONAL

CEsp ouvirá o ministro do Esporte, André Fufuca

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O ministro do Esporte, André Fufuca, será convidado a comparecer à Comissão de Esporte (CEsp) para prestar informações sobre as realizações, o planejamento e os desafios da pasta. O requerimento foi apresentado pela presidente do colegiado, senadora Leila Barros (PDT-DF), e aprovado na reunião desta quarta-feira (12). A data da audiência com o ministro será agendada.

Ao justificar o requerimento, Leila ressaltou que o início do novo biênio de trabalhos da comissão, com novos presidente e vice-presidente, bem como a presença de novos integrantes no colegiado, torna relevante um diálogo aprofundado com Fufuca, “a fim de compreender suas diretrizes, metas e planejamento para os próximos dois anos”.

“Considerando a relevância do esporte como ferramenta de inclusão social, desenvolvimento humano e fortalecimento da identidade nacional, bem como sua contribuição significativa para a economia do país, torna-se essencial um debate qualificado sobre o tema. É fundamental debater com o titular da pasta as necessidades de investimentos adequados para o desenvolvimento do esporte em todas as suas modalidades, assim como a preparação do país para participação e realização de grandes eventos esportivos no período próximo”, escreve Leila no requerimento.

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Vice-presidente

A Cesp também elegeu nesta quarta o senador Chico Rodrigues (PSB-RR) como vice-presidente do colegiado. Ele ocupará a função pelos próximos dois anos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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