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POLITÍCA NACIONAL

Câmara dos Deputados entrega Prêmio Brasil Mais Inclusão de 2024

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A Câmara dos Deputados entrega nesta quarta-feira (27) o Prêmio Brasil Mais Inclusão Deputada Amália Barros. A solenidade está marcada para as 16 horas, no Salão Nobre.

O prêmio anual é uma homenagem a empresas, entes federados (União, estados e municípios), entidades ou personalidades que tenham realizado ações em prol da inclusão de pessoas com deficiência ou sejam, elas próprias, exemplos de vida e superação.

Os dez agraciados são contemplados com diplomas de menção honrosa.

Neste ano serão premiados:

Na categoria Mérito Darci Barbosa, concedido a personalidades e entes federados:

  • Daniel Grossi Marconi
  • Maria de Fátima Rodrigues Carvalho
  • Paola Antonini França Costa
  • Telma Nantes de Matos
  • Vanessa Luiza Romanelli Tavares

Na categoria Mérito João Ribas, concedido a empresas, organizações não governamentais e organizações da sociedade civil de interesse público:

  • Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (Niterói-RJ)
  • Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Rio de Janeiro-RJ)
  • Casa de Maria (Belo Horizonte-MG)
  • Centro de Educação Física e Desportos (Rio de Janeiro-RJ)
  • Instituto Amália Barros (Brasília-DF)
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Sobre o prêmio
O Prêmio Brasil Mais Inclusão foi criado em 2015, mas em 2024 teve acrescentado o nome da deputada Amália Barros, em homenagem à parlamentar que pautou a sua vida pública pela defesa das pessoas com deficiência. Ela faleceu neste ano durante o exercício do mandato.

Amália Barros perdeu a visão de um olho devido a uma toxoplasmose aos 20 anos. Ela inspirou a Lei 14.126/21, apelidada com seu nome, e que classifica a visão com apenas um olho como uma deficiência sensorial.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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