BELÉM

POLITÍCA NACIONAL

Beto Faro comemora 45 anos do PT no Pará

Published

on

O senador Beto Faro (PT-PA) celebrou, em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (18), os 45 anos do Partido dos Trabalhadores (PT) no Pará. Ele destacou a trajetória do partido no estado e sua atuação na defesa da democracia e dos direitos sociais. O senador também mencionou o evento realizado em Belém no sábado (15), que reuniu lideranças políticas e sociais para debater o tema “Raízes no povo, pela sustentabilidade e justiça climática”.

—  O PT nasceu em um Brasil marcado pela repressão da ditadura militar, quando trabalhadores, camponeses, intelectuais e religiosos progressistas ousaram sonhar com um país mais justo e democrático. No Pará, esse sonho se enraizou profundamente em um solo já regado por lutas históricas contra a desigualdade, a exploração e o autoritarismo. Foi nesse ambiente desafiador que o PT encontrou espaço para florescer, dando voz aos trabalhadores rurais, aos povos tradicionais e à classe trabalhadora urbana, que resistiu à exploração e à marginalização — afirmou.

O senador destacou sua participação na fundação de sindicatos e na organização do PT no Pará. O parlamentar ressaltou o papel do partido na redemocratização do país e na criação de políticas públicas como o Bolsa Família, a ampliação das universidades e programas de infraestrutura voltados à população mais vulnerável.

Leia Também:  Projeto restringe sigilo e obriga transparência de gastos públicos

— No Pará, os governos do PT garantiram mais presença do Estado com projetos que dialogaram com a realidade amazônica e seus povos, respeitando a biodiversidade e promovendo o desenvolvimento com inclusão social. Não podemos esquecer que tudo isso foi conquistado em meio a duras batalhas políticas. O PT foi perseguido, atacado, mas jamais se desviou da defesa da democracia e dos direitos do povo. Quando tentaram calá-lo, o partido se levantou mais forte, provando que seus alicerces estão no coração da classe trabalhadora. Hoje, o Partido dos Trabalhadores continua firme no Pará e em todo o Brasil, renovando-se sem perder a essência, sendo a voz dos que mais precisam e um instrumento de transformação social e de defesa da nossa democracia.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

Published

on

O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

Leia Também:  Proposta determina a ampliação da rede de assistência à saúde mental

— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

MAIS LIDAS DA SEMANA