BELÉM

POLITÍCA NACIONAL

Aprovado voto de repúdio ao Cerro Porteño por agressões racistas

Published

on

As manifestações de racismo de torcedores do clube paraguaio Cerro Porteño a jogadores brasileiros foram condenadas pelos senadores em voto de repúdio aprovado nesta terça-feira (25).

O requerimento (RQS 165/2025) da senadora Leila Barros (PDT-DF) menciona a partida entre Palmeiras e Cerro Porteño, em 6 de março, válida para a Copa Libertadores Sub-20, na qual os torcedores do time paraguaio praticaram gestos racistas contra os jogadores brasileiros. A senadora sublinhou que os atos de racismo daquela torcida não foram fatos isolados, e são ainda mais graves por serem dirigidos a atletas de categoria de base.

“As manifestações racistas de forma reiterada violam os princípios fundamentais de respeito, igualdade e dignidade humana, sendo totalmente contrárias a tudo o que o esporte representa”, argumenta a senadora em seu requerimento.

Outros requerimentos

Também foram aprovados em Plenário, em votações simbólicas, requerimentos de realização de sessões especiais e de debates temáticos. As datas dos eventos serão marcadas pela Secretaria Geral da Mesa.

Evento

Autor

Requerimento

Sessão especial pelo Dia Nacional da Defensoria Pública Jorge Kajuru (PSB-GO) RQS 25/2025
Sessão de debates temáticos sobre as pesquisas relacionadas à vacina contra o câncer Dra. Eudócia (PL-AL) RQS 143/2025
Sessão especial pelos 100 anos da Academia de Ciências Farmacêuticas do Brasil Eduardo Gomes (PL-TO) RQS 180/2025
Sessão especial pelos 35 anos da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) Eduardo Gomes RQS 183/2025
Sessão especial pelo Dia da Aviação de Caça Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) RQS 52/2025
Sessão especial em homenagem ao Lions Clube Wellington Fagundes (PL-MT) RQS 120/2025
Leia Também:  Emissoras públicas serão obrigadas a divulgar informações sobre prevenção de doenças

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

Published

on

O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

Leia Também:  Eleitos presidentes de 16 comissões permanentes da Câmara dos Deputados

— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

MAIS LIDAS DA SEMANA