BELÉM

POLITÍCA NACIONAL

André Amaral se despede do Senado

Published

on

Em pronunciamento nesta terça-feira (15), o senador André Amaral (União-PB) despediu-se do Senado e fez um relato dos 120 dias em que esteve à frente do mandato, na condição de primeiro suplente do senador Efraim Filho (União-PB), que retornará ao cargo.

André Amaral registrou que atuou na discussão de projetos relacionados a desenvolvimento econômico, políticas públicas sociais e questões econômicas e de infraestrutura de interesse dos paraibanos e brasileiros. Ele também destacou que defendeu o combate à pobreza e ao trabalho infantil e manifestou apoio ao aumento da representação feminina no Parlamento, a partir do fortalecimento da governança eleitoral e de sistema de cotas.

O senador ressaltou ainda que trabalhou pela implementação futura do Instituto Federal de Educação em Alagoa Grande (PB), que deverá beneficiar a população jovem local.

— Senti muito orgulho de poder representar a Paraíba nesta Casa. Olho para trás e encontro a satisfação do dever cumprido — disse.

Em apartes, a atuação de André Amaral foi saudada pelos senadores Izalci Lucas (PL-DF), Esperidião Amin (PP-SC), Beto Martins (PL-SC) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB).

Leia Também:  Brasileiros são a favor da liberação de cassinos e bingos, mas com regras

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

Published

on

O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

Leia Também:  Especialistas defendem que setor privado seja excluído do projeto do Sistema Nacional de Educação

— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

MAIS LIDAS DA SEMANA