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POLITÍCA NACIONAL

Senado terá sessão especial no Dia Mundial do Diabetes

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O Senado fará uma sessão especial no dia 14 de novembro para celebrar o Dia Mundial do Diabetes. O requerimento para a sessão (RQS 677/2024), encabeçado pelo senador Jorge Kajuru (PSB-GO), foi aprovado em Plenário nesta terça-feira (15).

“Este dia destaca, ainda, a urgência de políticas públicas que garantam diagnósticos precoces e tratamentos adequados, assegurando suporte às famílias e à sociedade, que desempenham papéis fundamentais no combate à doença. A união de esforços pode promover a saúde e impactar positivamente a vida de milhões de pessoas”, defende o senador.

Kajuru afirma que pequenas alterações no estilo de vida, como atividades físicas e uma alimentação equilibrada, podem prevenir o diabetes tipo 2. Ele também defendeu o acesso à insulina para aumentar a qualidade de vida dos pacientes. 

O parlamentar afirma que a sessão vai reforçar a importância das políticas de acesso à prevenção e ao tratamento do diabetes. Ele propõe que sejam convidados representantes da Sociedade Brasileira de Diabetes, do Instituto Diabetes Brasil, da Frente Parlamentar do Diabetes e da Associação Nacional de Atenção ao Diabetes.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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