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Simonetti recebe presidentes do CONAMP e do CNPG para reunião institucional

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O presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti, recebeu na tarde desta terça-feira (24/5) visita de cortesia do presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP), Manoel Murrieta, e da presidente do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), Norma Cavalcanti. Simonetti saudou a possibilidade de construção de pautas em comum, como o fortalecimento da democracia, com outros representantes do Sistema de Justiça.

“Este é um diálogo necessário e saudável entre OAB e CONAMP. Como tenho dito, a Ordem deve ter diálogo com todos os atores institucionais para poder representar bem os interesses da advocacia. Nossa intenção é atuar em conjunto em defesa da democracia e da independência das instituições, o que fortalece o Sistema de Justiça e resulta em ganhos para os profissionais, tanto da advocacia quanto do MP, e também para o cidadão”, disse Simonetti.

O presidente do CONAMP destacou a importância desse encontro, o primeiro com a nova gestão da OAB, iniciada em fevereiro. “Esse encontro nos traz muita alegria porque demonstra uma boa vontade de todos os representantes do Sistema de Justiça em ter pautas em comum em favor do país e da democracia. Esta visita simboliza um primeiro passo de todo um trabalho que pode ser muito proveitoso para o Brasil”, afirmou Murrieta.

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Norma fez votos de boa sorte e bons ventos para a gestão do presidente Simonetti e assinalou a harmonia entre os entes do sistema de Justiça como algo saudável para o país. “A OAB faz parte da vida de todos nós. A luta da OAB em defesa da democracia é uma luta do Sistema de Justiça e de todo país e algo que deve ser respeitado. A convivência de todos aqueles que compõem o sistema só faz bem à democracia e à sociedade brasileira”, declarou a presidente do CNPG.

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JURÍDICO

Conselho Federal esclarece inclusão de novos conteúdos no 38º Exame de Ordem

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Conforme previsto em Provimento aprovado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), o 38º Exame de Ordem Unificado (EOU) terá a inclusão de três áreas na avaliação: Direito Eleitoral, Financeiro e Previdenciário. O total de questões da primeira fase permanecerá o mesmo, 80. Contudo, as áreas de Direito Administrativo, Direito Civil, Processo Civil e Direito Empresarial terão 1 questão a menos, cada, a fim de incluir duas questões de cada um dos novos conteúdos inseridos na prova.

O aperfeiçoamento do EOU tem sido alvo de reuniões recorrentes entre o presidente da Comissão Nacional de Exame de Ordem do Conselho Federal, Marco Aurélio de Lima Choy, o presidente da Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado, Celso Barros Coelho Neto, e a Fundação Getulio Vargas, responsável pela aplicação da prova.

O presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti, explica que a atuação da entidade para a melhoria dos cursos de direito e para incremento da avaliação se pauta pela responsabilidade em fornecer à sociedade profissionais habilitados a exercerem a advocacia. “Nossa gestão luta, diuturnamente, pela modernização do ensino jurídico brasileiro, sem dispor de sua qualidade, eficiência e superioridade técnico-científica. Esse é o nosso desafio e o nosso compromisso”, afirma.

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O professor Choy reforça a importância da avaliação para a sociedade brasileira e para o mercado de trabalho. “O Exame de Ordem tem de refletir as demandas atuais do exercício da advocacia. Há uma necessidade constante de atualização da prova em relação aos conteúdos desenvolvidos nas Faculdades de Direito e a sua observância no âmbito das Diretrizes Curriculares Nacionais”, explica. Choy ressalta, ainda, o trabalho realizado pela Fundação Getulio Vargas na organização da terceira maior prova do país.

O Coordenador do Exame, Celso Barros, por sua vez, explica que a introdução de novos conteúdos na prova contempla o anseio de professores e Instituições de Ensino Superior e, principalmente, da Sociedade Brasileira. “Na atualidade, é imprescindível o conteúdo de Direito Eleitoral, Direito Previdenciário e Direito Financeiro para atuação de advogados e advogadas. São áreas que ganharam muita importância nos últimos anos e demandam conhecimentos específicos”, justifica.

Fonte: OAB Nacional

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