BELÉM

JURÍDICO

Representantes do CNJ e da OAB debatem as metas nacionais do Poder Judiciário

Published

on

O conselheiro decano da OAB e presidente do conselho gestor do Fundo de Integração e Desenvolvimento Assistencial dos Advogados (Fida), Felipe Sarmento, representou a diretoria do Conselho Federal da OAB na Primeira Reunião entre a Ordem e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para discutir as Metas Nacionais do Poder Judiciário. O encontro ocorreu na tarde desta quinta-feira (6/10), no auditório do CNJ.

A reunião teve como objetivo o estabelecimento da compreensão acerca da importância da colaboração social ativa para elaborar, avaliar e revisar as metas nacionais do Poder Judiciário, etapas efetivadas por meio de consulta pública.

Em sua participação, Sarmento destacou a importância da participação ativa da advocacia brasileira para imprimir qualidade aos números do Poder Judiciário. “Os advogados brasileiros, que hoje somam mais de 1,3 milhão de profissionais, são uma parte essencial ao funcionamento da Justiça, conforme preconiza a Constituição Federal. Um discurso afinado entre OAB e CNJ é primordial para o bom andamento do Judiciário em todos os seus níveis, algo que se torna mais viável quando nos debruçamos sobre os número dos relatórios de produtividade”, disse Sarmento. 

Leia Também:  Encontro Nacional de Secretariado Geral debate uso de tecnologia para maior eficiência de serviços

Pelo CNJ, falou o secretário-geral do colegiado, Gabriel da Silveira Matos, que enfatizou a necessidade de um relacionamento profícuo entre advocacia – representada pela Ordem dos Advogados – e CNJ. Ele destacou as construções conjuntas entre as duas instituições e a qualidade que os representantes da OAB conferem ao plenário do conselho.     

Foram feitas apresentações sobre o Encontro Nacional do Poder Judiciário, que ficou a cargo da juíza auxiliar da Presidência do CNJ, Dayse Starling Mota; e sobre o Relatório Justiça em Números, feito pela titular de mesmo cargo Ana Lúcia Andrade de Aguiar. Elas esmiuçaram, entre outros tópicos, a política de revisão de metas e o impacto dos números divulgados para o Poder Judiciário e a sociedade.

Também participaram da reunião o presidente da OAB-TO, Gedeon Pitaluga; o procurador-geral do Conselho Federal da OAB, Ulisses Rabaneda; os conselheiros do CNJ em vagas da advocacia, Marcos Vinícius Jardim e Marcello Terto; o presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), Sidney Sanches; a presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos, Silvia Souza, e outros conselheiros do CNJ.

Leia Também:  Comissão de Direito Previdenciário apresenta demandas ao ministro do Trabalho

Fonte: OAB Nacional

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

JURÍDICO

Conselho Federal esclarece inclusão de novos conteúdos no 38º Exame de Ordem

Published

on

Conforme previsto em Provimento aprovado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), o 38º Exame de Ordem Unificado (EOU) terá a inclusão de três áreas na avaliação: Direito Eleitoral, Financeiro e Previdenciário. O total de questões da primeira fase permanecerá o mesmo, 80. Contudo, as áreas de Direito Administrativo, Direito Civil, Processo Civil e Direito Empresarial terão 1 questão a menos, cada, a fim de incluir duas questões de cada um dos novos conteúdos inseridos na prova.

O aperfeiçoamento do EOU tem sido alvo de reuniões recorrentes entre o presidente da Comissão Nacional de Exame de Ordem do Conselho Federal, Marco Aurélio de Lima Choy, o presidente da Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado, Celso Barros Coelho Neto, e a Fundação Getulio Vargas, responsável pela aplicação da prova.

O presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti, explica que a atuação da entidade para a melhoria dos cursos de direito e para incremento da avaliação se pauta pela responsabilidade em fornecer à sociedade profissionais habilitados a exercerem a advocacia. “Nossa gestão luta, diuturnamente, pela modernização do ensino jurídico brasileiro, sem dispor de sua qualidade, eficiência e superioridade técnico-científica. Esse é o nosso desafio e o nosso compromisso”, afirma.

Leia Também:  Painel no Enja aborda inovação e automação em escritórios de advocacia

O professor Choy reforça a importância da avaliação para a sociedade brasileira e para o mercado de trabalho. “O Exame de Ordem tem de refletir as demandas atuais do exercício da advocacia. Há uma necessidade constante de atualização da prova em relação aos conteúdos desenvolvidos nas Faculdades de Direito e a sua observância no âmbito das Diretrizes Curriculares Nacionais”, explica. Choy ressalta, ainda, o trabalho realizado pela Fundação Getulio Vargas na organização da terceira maior prova do país.

O Coordenador do Exame, Celso Barros, por sua vez, explica que a introdução de novos conteúdos na prova contempla o anseio de professores e Instituições de Ensino Superior e, principalmente, da Sociedade Brasileira. “Na atualidade, é imprescindível o conteúdo de Direito Eleitoral, Direito Previdenciário e Direito Financeiro para atuação de advogados e advogadas. São áreas que ganharam muita importância nos últimos anos e demandam conhecimentos específicos”, justifica.

Fonte: OAB Nacional

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

MAIS LIDAS DA SEMANA