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JURÍDICO

OAB debaterá desafios para carreiras jurídicas igualitárias sob a ótica da liderança feminina

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O Conselho Federal da OAB, por meio da Comissão Nacional da Mulher Advogada (CNMA), promoverá, na próxima segunda-feira (19/9), a partir das 18h, o evento “Liderança Feminina: um desafio para carreiras jurídicas mais igualitárias”, com a palestrante Gisèle Szczyglak. Serão abordados os principais empecilhos contemporâneos à ascensão das mulheres no mercado jurídico. O evento terá transmissão ao vivo pelo canal da OAB Nacional no Youtube.  

A presidente da CNMA, Cristiane Damasceno, destaca que ouvir Szczyglak – uma das maiores autoridades globais sobre o tema – será uma oportunidade ímpar. “A palestra da professora Gisèle contempla exatamente o terceiro eixo de atuação da nossa comissão para o triênio, que é o desenvolvimento pessoal e profissional da mulher. Os outros dois são a promoção de formas de combate ao assédio e a todas as formas de violência contra a mulher. São, inclusive, campanhas da comissão que estão em curso. Será um momento rico e produtivo, não tenho dúvidas”, aponta Damasceno.  

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A francesa Gisele Szcyglak é PhD em Filosofia Política (Universidade de Toulouse II, França), com pós-doutorado em Sociologia Política e Ética Aplicada (Universidade de Montreal, Canadá). Atua em redes profissionais de mulheres e participa regularmente de conferências internacionais dedicadas ao desenvolvimento profissional de mulheres e seu impacto na esfera econômica. É presidente e fundadora da WLC Partners e presidente e cofundadora da associação Open Mentoring Network, além de especialista em mentoria, liderança, diversidade, implementação e coordenação de redes e apoio à transformação de organizações. 

Fonte: OAB Nacional

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JURÍDICO

Conselho Federal esclarece inclusão de novos conteúdos no 38º Exame de Ordem

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Conforme previsto em Provimento aprovado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), o 38º Exame de Ordem Unificado (EOU) terá a inclusão de três áreas na avaliação: Direito Eleitoral, Financeiro e Previdenciário. O total de questões da primeira fase permanecerá o mesmo, 80. Contudo, as áreas de Direito Administrativo, Direito Civil, Processo Civil e Direito Empresarial terão 1 questão a menos, cada, a fim de incluir duas questões de cada um dos novos conteúdos inseridos na prova.

O aperfeiçoamento do EOU tem sido alvo de reuniões recorrentes entre o presidente da Comissão Nacional de Exame de Ordem do Conselho Federal, Marco Aurélio de Lima Choy, o presidente da Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado, Celso Barros Coelho Neto, e a Fundação Getulio Vargas, responsável pela aplicação da prova.

O presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti, explica que a atuação da entidade para a melhoria dos cursos de direito e para incremento da avaliação se pauta pela responsabilidade em fornecer à sociedade profissionais habilitados a exercerem a advocacia. “Nossa gestão luta, diuturnamente, pela modernização do ensino jurídico brasileiro, sem dispor de sua qualidade, eficiência e superioridade técnico-científica. Esse é o nosso desafio e o nosso compromisso”, afirma.

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O professor Choy reforça a importância da avaliação para a sociedade brasileira e para o mercado de trabalho. “O Exame de Ordem tem de refletir as demandas atuais do exercício da advocacia. Há uma necessidade constante de atualização da prova em relação aos conteúdos desenvolvidos nas Faculdades de Direito e a sua observância no âmbito das Diretrizes Curriculares Nacionais”, explica. Choy ressalta, ainda, o trabalho realizado pela Fundação Getulio Vargas na organização da terceira maior prova do país.

O Coordenador do Exame, Celso Barros, por sua vez, explica que a introdução de novos conteúdos na prova contempla o anseio de professores e Instituições de Ensino Superior e, principalmente, da Sociedade Brasileira. “Na atualidade, é imprescindível o conteúdo de Direito Eleitoral, Direito Previdenciário e Direito Financeiro para atuação de advogados e advogadas. São áreas que ganharam muita importância nos últimos anos e demandam conhecimentos específicos”, justifica.

Fonte: OAB Nacional

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