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Jovens advogados participam de painel sobre gestão de escritórios no Enja

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O último painel realizado no 19º Encontro Nacional da Jovem Advocacia (Enja), em Salvador, tratou do tema “Gestão estratégica para escritórios de advocacia”. Nesta sexta-feira (2/12), três jovens profissionais dividiram suas experiências na área do direito e da administração. As palestras foram acompanhadas pelo diretor-tesoureiro da OAB Nacional, Leonardo Campos, que também deu dicas sobre a organização necessária para o setor.

“A faculdade não nos ensina a ser gestor, mas sim técnico para buscar e defender o direito, para litigar em um processo, mas não administrar. Hoje, o profissional que não vê o escritório como uma empresa, mas o gere apenas como um instrumento de acompanhamento de processos, está fadado ao insucesso”, disse Campos.

Ele completou destacando pontos-chave que devem ser observados na rotina administrativa. “O escritório tem que ser gerido com controle de custos, com presença, respeitando os limites éticos, sabendo se posicionar no mercado, de forma que a gestão estratégica, neste mercado globalizado com acesso a toda a e qualquer informação em tempo real, pode evitar dificuldades”.

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A primeira palestra do painel foi realizada pelo especialista em branding Junior das Neves. Para ele, é importante avaliar se o serviço oferecido gera valor ao cliente. Também pontuou que é preciso demonstrar autoridade em relação aos trabalhos realizados. A advogada Thayssa Barboza falou sobre gestão de escritório, pontuando que é preciso, no começo, ter técnica, meta e estratégia. Em um segundo momento, é preciso saber captar clientes, precificar e delegar.

A advogada especializada em Direito Imobiliário Gabriela Macedo focou sua fala na necessidade de inovação, planejamento e estratégia como ingredientes de um escritório de sucesso. O painel foi mediado pela vice-presidente da Comissão Consultiva da Jovem Advocacia da OAB-BA, Gabriel Marinho.

Fonte: OAB Nacional

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JURÍDICO

Conselho Federal esclarece inclusão de novos conteúdos no 38º Exame de Ordem

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Conforme previsto em Provimento aprovado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), o 38º Exame de Ordem Unificado (EOU) terá a inclusão de três áreas na avaliação: Direito Eleitoral, Financeiro e Previdenciário. O total de questões da primeira fase permanecerá o mesmo, 80. Contudo, as áreas de Direito Administrativo, Direito Civil, Processo Civil e Direito Empresarial terão 1 questão a menos, cada, a fim de incluir duas questões de cada um dos novos conteúdos inseridos na prova.

O aperfeiçoamento do EOU tem sido alvo de reuniões recorrentes entre o presidente da Comissão Nacional de Exame de Ordem do Conselho Federal, Marco Aurélio de Lima Choy, o presidente da Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado, Celso Barros Coelho Neto, e a Fundação Getulio Vargas, responsável pela aplicação da prova.

O presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti, explica que a atuação da entidade para a melhoria dos cursos de direito e para incremento da avaliação se pauta pela responsabilidade em fornecer à sociedade profissionais habilitados a exercerem a advocacia. “Nossa gestão luta, diuturnamente, pela modernização do ensino jurídico brasileiro, sem dispor de sua qualidade, eficiência e superioridade técnico-científica. Esse é o nosso desafio e o nosso compromisso”, afirma.

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O professor Choy reforça a importância da avaliação para a sociedade brasileira e para o mercado de trabalho. “O Exame de Ordem tem de refletir as demandas atuais do exercício da advocacia. Há uma necessidade constante de atualização da prova em relação aos conteúdos desenvolvidos nas Faculdades de Direito e a sua observância no âmbito das Diretrizes Curriculares Nacionais”, explica. Choy ressalta, ainda, o trabalho realizado pela Fundação Getulio Vargas na organização da terceira maior prova do país.

O Coordenador do Exame, Celso Barros, por sua vez, explica que a introdução de novos conteúdos na prova contempla o anseio de professores e Instituições de Ensino Superior e, principalmente, da Sociedade Brasileira. “Na atualidade, é imprescindível o conteúdo de Direito Eleitoral, Direito Previdenciário e Direito Financeiro para atuação de advogados e advogadas. São áreas que ganharam muita importância nos últimos anos e demandam conhecimentos específicos”, justifica.

Fonte: OAB Nacional

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