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Desafios e oportunidades em novas áreas do direito foram temas de painel no Enja

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O 19º Encontro Nacional da Jovem Advocacia (Enja), evento que ocorre em Salvador, segue com uma programação com temas atuais e com foco na inovação. Na tarde desta quinta-feira (1/12), o público assistiu ao painel “Jovem advocacia: desafios e oportunidades em novas áreas do direito”. 

O encontro foi iniciado com a fala da advogada e consultora estrategista de jovens advogadas Raíssa Carmen. Em sua palestra, Carmen destacou as possibilidades do empreendedorismo no direito e os nichos que estão em crescimento pós-pandemia. A consultora deu instruções práticas de como se posicionar e conseguir oportunidades. “Planejem, tenham estratégia, pensem como vocês podem iniciar os seus trabalhos, quem é o seu público e quais são os seus custos”, aconselhou. 

O presidente do Conselho Consultivo da Jovm Advocacia da Subseção Camaçari, Rodrigo Nogueira, compartilhou com o público a sua trajetória na advocacia e falou sobre as novas perspectivas do mercado com as transformações causadas pela tecnologia. Nogueira citou a atuação em áreas ligadas à nova economia digital, como o metaverso e as criptomoedas.

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Para Nogueira, é imprescindível que os jovens profissionais busquem se reinventar dentro da profissão e que não se deixem abalar pelo mito da saturação do mercado. “Onde existe sociedade existe espaço para a advocacia. Os conflitos vão mudando conforme o tempo vai passando”, afirmou. “Nós temos que nos espelhar nos exemplos que estão dando certo.”

A mesa também contou com a participação da advogada especialista em gestão, governança, segurança e escalonamento de negócios Renata Chaves, que contribuiu com o debate falando sobre a sua experiência em um escritório inteiramente digital e compartilhou dicas de ferramentas que podem facilitar o cotidiano dos profissionais da advocacia. “A advocacia está mudando e nós temos que acompanhar essa mudança”, afirmou.

Confira a programação do Enja, que vai até sexta-feira (2/12).

Fonte: OAB Nacional

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JURÍDICO

Conselho Federal esclarece inclusão de novos conteúdos no 38º Exame de Ordem

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Conforme previsto em Provimento aprovado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), o 38º Exame de Ordem Unificado (EOU) terá a inclusão de três áreas na avaliação: Direito Eleitoral, Financeiro e Previdenciário. O total de questões da primeira fase permanecerá o mesmo, 80. Contudo, as áreas de Direito Administrativo, Direito Civil, Processo Civil e Direito Empresarial terão 1 questão a menos, cada, a fim de incluir duas questões de cada um dos novos conteúdos inseridos na prova.

O aperfeiçoamento do EOU tem sido alvo de reuniões recorrentes entre o presidente da Comissão Nacional de Exame de Ordem do Conselho Federal, Marco Aurélio de Lima Choy, o presidente da Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado, Celso Barros Coelho Neto, e a Fundação Getulio Vargas, responsável pela aplicação da prova.

O presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti, explica que a atuação da entidade para a melhoria dos cursos de direito e para incremento da avaliação se pauta pela responsabilidade em fornecer à sociedade profissionais habilitados a exercerem a advocacia. “Nossa gestão luta, diuturnamente, pela modernização do ensino jurídico brasileiro, sem dispor de sua qualidade, eficiência e superioridade técnico-científica. Esse é o nosso desafio e o nosso compromisso”, afirma.

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O professor Choy reforça a importância da avaliação para a sociedade brasileira e para o mercado de trabalho. “O Exame de Ordem tem de refletir as demandas atuais do exercício da advocacia. Há uma necessidade constante de atualização da prova em relação aos conteúdos desenvolvidos nas Faculdades de Direito e a sua observância no âmbito das Diretrizes Curriculares Nacionais”, explica. Choy ressalta, ainda, o trabalho realizado pela Fundação Getulio Vargas na organização da terceira maior prova do país.

O Coordenador do Exame, Celso Barros, por sua vez, explica que a introdução de novos conteúdos na prova contempla o anseio de professores e Instituições de Ensino Superior e, principalmente, da Sociedade Brasileira. “Na atualidade, é imprescindível o conteúdo de Direito Eleitoral, Direito Previdenciário e Direito Financeiro para atuação de advogados e advogadas. São áreas que ganharam muita importância nos últimos anos e demandam conhecimentos específicos”, justifica.

Fonte: OAB Nacional

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