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Conselho Federal da OAB se reúne com IASP para afinar relações

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O presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti, recebeu, nesta quinta-feira (8/9), o presidente do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP), Renato Silveira, para dar continuidade a um diálogo entre as duas entidades e estreitarem laços e unirem forças em torno de pautas comuns. 

“Estamos alinhando a parceria com o IASP. O presidente Renato também preside a Federação dos Institutos de Advogados do Brasil e hoje já tem assento e voz nas reuniões do conselho na OAB, tendo em vista o advento da Lei 14.365 deste ano”, disse Simonetti, se referindo ao novo Estatuto da Advocacia. A Federação tem o objetivo de unir esforços por uma maior integração das entidades ligadas ao ambiente jurídico no país. 

São vários os temas que as entidades podem empreender energia de forma conjunta. “Hoje nós estamos numa reunião de alinhamento de pautas comuns à advocacia, como avanço de defesa de prerrogativas, honorários, eleições, defesa do sistema eleitoral, democracia”, enumerou o presidente do CFOAB.

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De acordo com Renato Silveira, a visita institucional também se faz importante para que o IASP, agora com assento no Conselho Federal, se coloque à disposição da Ordem. “São institutos que na verdade são as entidades mais antigas da advocacia do Brasil, que deram origem à própria Ordem e hoje se reúnem em torno da Ordem e no Conselho Federal.”

Os temas que envolvem o Estado Democrático de Direito também merecem os olhares cuidados de ambas as entidades. “Fundamentalmente, me parece que o papel da advocacia nesse fim de governo e o que espera-se da advocacia no próximo governo, as limitações e exigências da advocacia nesse sentido. As eleições exigem atenção. E O IASP e a Federação têm se dedicado muito, inclusive como entidades de observatório da própria democracia ao que vai acontecer nos próximos meses”, reforçou Silveira.

Fonte: OAB Nacional

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JURÍDICO

Conselho Federal esclarece inclusão de novos conteúdos no 38º Exame de Ordem

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Conforme previsto em Provimento aprovado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), o 38º Exame de Ordem Unificado (EOU) terá a inclusão de três áreas na avaliação: Direito Eleitoral, Financeiro e Previdenciário. O total de questões da primeira fase permanecerá o mesmo, 80. Contudo, as áreas de Direito Administrativo, Direito Civil, Processo Civil e Direito Empresarial terão 1 questão a menos, cada, a fim de incluir duas questões de cada um dos novos conteúdos inseridos na prova.

O aperfeiçoamento do EOU tem sido alvo de reuniões recorrentes entre o presidente da Comissão Nacional de Exame de Ordem do Conselho Federal, Marco Aurélio de Lima Choy, o presidente da Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado, Celso Barros Coelho Neto, e a Fundação Getulio Vargas, responsável pela aplicação da prova.

O presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti, explica que a atuação da entidade para a melhoria dos cursos de direito e para incremento da avaliação se pauta pela responsabilidade em fornecer à sociedade profissionais habilitados a exercerem a advocacia. “Nossa gestão luta, diuturnamente, pela modernização do ensino jurídico brasileiro, sem dispor de sua qualidade, eficiência e superioridade técnico-científica. Esse é o nosso desafio e o nosso compromisso”, afirma.

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O professor Choy reforça a importância da avaliação para a sociedade brasileira e para o mercado de trabalho. “O Exame de Ordem tem de refletir as demandas atuais do exercício da advocacia. Há uma necessidade constante de atualização da prova em relação aos conteúdos desenvolvidos nas Faculdades de Direito e a sua observância no âmbito das Diretrizes Curriculares Nacionais”, explica. Choy ressalta, ainda, o trabalho realizado pela Fundação Getulio Vargas na organização da terceira maior prova do país.

O Coordenador do Exame, Celso Barros, por sua vez, explica que a introdução de novos conteúdos na prova contempla o anseio de professores e Instituições de Ensino Superior e, principalmente, da Sociedade Brasileira. “Na atualidade, é imprescindível o conteúdo de Direito Eleitoral, Direito Previdenciário e Direito Financeiro para atuação de advogados e advogadas. São áreas que ganharam muita importância nos últimos anos e demandam conhecimentos específicos”, justifica.

Fonte: OAB Nacional

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