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Concad Mulher traça linhas gerais de atuação durante reunião

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A Coordenação Nacional das Caixas de Assistência dos Advogados (Concad) promoveu, nesta quarta-feira (8/6), a reunião inaugural da Concad Mulher. O grupo será responsável por elaborar projetos e ações específicas de assistência às advogadas, de acordo com as demandas nacionais e pontuais de cada estado.

A reunião foi presidida pela coordenadora da Concad Mulher, Adriana Galvão (CAA-SP), e contou com a presença do coordenador nacional da Concad, Eduardo Athayde. “A ideia do grupo é compartilhar experiências para, a partir do conhecimento dos projetos em andamento nos estados, replicarmos as iniciativas pelo país”, explica Adriana.

Durante o encontro, o grupo traçou eixos especiais de atuação da Concad Mulher, alinhadas com as principais demandas das advogadas. Fazem parte dessa lista ações relativas às mães, lactantes, além de projetos de saúde voltados à prevenção de doenças, às práticas esportivas e assistenciais.

Foram apresentadas ações como a disponibilização de espaços para aleitamento e de entretenimento para crianças, de forma a permitir que as advogadas participem mais ativamente de eventos presenciais. As atividades esportivas, por sua vez, têm como um dos focos preparar times femininos para as Olimpíadas da Advocacia, previstas para 2023.

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Também participaram do encontro as representantes das caixas estaduais Michelle Gonçalves (AL), Maria do Carmo Taques (MS), Natália Leitão Costa (RR), Paola Julien dos Santos (AP), Maria Dalva Monteiro (PI), Glória Gordon (RO), Krishna Silva (AC), Marisa Gaudio (RJ), Maria Bernadete Teixeira (DF), Fátima Bastos (DF), Ana Carolina Rodrigues (DF), Daniella Grangeiro Kafuri (GO) e Herta de Souza (SC).

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JURÍDICO

Conselho Federal esclarece inclusão de novos conteúdos no 38º Exame de Ordem

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Conforme previsto em Provimento aprovado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), o 38º Exame de Ordem Unificado (EOU) terá a inclusão de três áreas na avaliação: Direito Eleitoral, Financeiro e Previdenciário. O total de questões da primeira fase permanecerá o mesmo, 80. Contudo, as áreas de Direito Administrativo, Direito Civil, Processo Civil e Direito Empresarial terão 1 questão a menos, cada, a fim de incluir duas questões de cada um dos novos conteúdos inseridos na prova.

O aperfeiçoamento do EOU tem sido alvo de reuniões recorrentes entre o presidente da Comissão Nacional de Exame de Ordem do Conselho Federal, Marco Aurélio de Lima Choy, o presidente da Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado, Celso Barros Coelho Neto, e a Fundação Getulio Vargas, responsável pela aplicação da prova.

O presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti, explica que a atuação da entidade para a melhoria dos cursos de direito e para incremento da avaliação se pauta pela responsabilidade em fornecer à sociedade profissionais habilitados a exercerem a advocacia. “Nossa gestão luta, diuturnamente, pela modernização do ensino jurídico brasileiro, sem dispor de sua qualidade, eficiência e superioridade técnico-científica. Esse é o nosso desafio e o nosso compromisso”, afirma.

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O professor Choy reforça a importância da avaliação para a sociedade brasileira e para o mercado de trabalho. “O Exame de Ordem tem de refletir as demandas atuais do exercício da advocacia. Há uma necessidade constante de atualização da prova em relação aos conteúdos desenvolvidos nas Faculdades de Direito e a sua observância no âmbito das Diretrizes Curriculares Nacionais”, explica. Choy ressalta, ainda, o trabalho realizado pela Fundação Getulio Vargas na organização da terceira maior prova do país.

O Coordenador do Exame, Celso Barros, por sua vez, explica que a introdução de novos conteúdos na prova contempla o anseio de professores e Instituições de Ensino Superior e, principalmente, da Sociedade Brasileira. “Na atualidade, é imprescindível o conteúdo de Direito Eleitoral, Direito Previdenciário e Direito Financeiro para atuação de advogados e advogadas. São áreas que ganharam muita importância nos últimos anos e demandam conhecimentos específicos”, justifica.

Fonte: OAB Nacional

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