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CFOAB vai a Ceilândia (DF) ouvir presidentes de subseções

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O presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti, esteve na subseção de Ceilândia (DF), nesta sexta-feira (9/9). Ele participou do 2° Colégio de Presidentes da gestão atual da OAB-DF, em mais um esforço para promover a interiorização da Ordem pelo país. O encontro teve a participação do presidente da seccional, Délio Lins e Silva.

“Viemos aqui, primeiro, para congraçar com a advocacia do Distrito Federal. Em segundo lugar, para ouvir os advogados daqui, dentro desta pauta que é muito cara à OAB neste momento, que é a interiorização da Ordem”, anunciou Simonetti. 

O presidente do CFOAB manifestou o intuito de se fazer presente nos locais onde advogados e advogadas atuam no dia a dia e, assim, se aproximar das demandas e valorizar a atuação desses profissionais. “Reunir com todos os presidentes das subseções significa colocá-los no mesmo plano que imaginamos para toda a advocacia brasileira, o mesmo patamar entre advogados do interior e das capitais do país.”

A conselheira federal pelo Distrito Federal e presidente da Comissão Nacional da Mulher Advogada, Cristiane Damasceno, reforçou a importância de momentos como este, que estão se tornando mais comuns nesta gestão. “A gestão do presidente Beto Simonetti é voltada para os cuidados com a advocacia de todo o país, inclusive as periferias e cidades afastadas dos grandes centros. Estar nas subseções demonstra o apreço, cuidado com a advocacia”, disse.

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Segundo o presidente da subseção da Ceilândia, Leonardo Rabelo, a participação do presidente do CFOAB “demonstra a preocupação com a aproximação com a advocacia das subseções. Realmente hoje o Conselho Federal está fazendo gestão da advocacia para advocacia”. 

O coordenador Nacional das Caixas de Assistência dos Advogados (Concad), Eduardo Athayde Uchôa, que também é do DF, também acompanhou o colégio de presidentes da seccional.

Fonte: OAB Nacional

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JURÍDICO

Conselho Federal esclarece inclusão de novos conteúdos no 38º Exame de Ordem

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Conforme previsto em Provimento aprovado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), o 38º Exame de Ordem Unificado (EOU) terá a inclusão de três áreas na avaliação: Direito Eleitoral, Financeiro e Previdenciário. O total de questões da primeira fase permanecerá o mesmo, 80. Contudo, as áreas de Direito Administrativo, Direito Civil, Processo Civil e Direito Empresarial terão 1 questão a menos, cada, a fim de incluir duas questões de cada um dos novos conteúdos inseridos na prova.

O aperfeiçoamento do EOU tem sido alvo de reuniões recorrentes entre o presidente da Comissão Nacional de Exame de Ordem do Conselho Federal, Marco Aurélio de Lima Choy, o presidente da Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado, Celso Barros Coelho Neto, e a Fundação Getulio Vargas, responsável pela aplicação da prova.

O presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti, explica que a atuação da entidade para a melhoria dos cursos de direito e para incremento da avaliação se pauta pela responsabilidade em fornecer à sociedade profissionais habilitados a exercerem a advocacia. “Nossa gestão luta, diuturnamente, pela modernização do ensino jurídico brasileiro, sem dispor de sua qualidade, eficiência e superioridade técnico-científica. Esse é o nosso desafio e o nosso compromisso”, afirma.

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O professor Choy reforça a importância da avaliação para a sociedade brasileira e para o mercado de trabalho. “O Exame de Ordem tem de refletir as demandas atuais do exercício da advocacia. Há uma necessidade constante de atualização da prova em relação aos conteúdos desenvolvidos nas Faculdades de Direito e a sua observância no âmbito das Diretrizes Curriculares Nacionais”, explica. Choy ressalta, ainda, o trabalho realizado pela Fundação Getulio Vargas na organização da terceira maior prova do país.

O Coordenador do Exame, Celso Barros, por sua vez, explica que a introdução de novos conteúdos na prova contempla o anseio de professores e Instituições de Ensino Superior e, principalmente, da Sociedade Brasileira. “Na atualidade, é imprescindível o conteúdo de Direito Eleitoral, Direito Previdenciário e Direito Financeiro para atuação de advogados e advogadas. São áreas que ganharam muita importância nos últimos anos e demandam conhecimentos específicos”, justifica.

Fonte: OAB Nacional

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