Brasília (20/04/2022) – A diretora de Relações Internacionais da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Sueme Mori, participou, na terça (19), do “Diálogo Empresarial”, realizado em São Paulo, com a presença da diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Ngozi Okonjo-Iweala.
O evento foi promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A diretora-geral da Organização está no Brasil cumprindo uma agenda preparatória para a 12ª Conferência Ministerial (MC 12), que deve ser realizada no mês de junho, na Suíça.
Durante o Diálogo Empresarial, foram discutidas as prioridades do setor privado para a OMC e para a MC 12. Ngozi Okonjo-Iweala defendeu o sistema multilateral do comércio e a importância de existirem regras claras para todos os países, com o objetivo de garantir um comércio justo.
Em sua fala de abertura, Sueme Mori declarou que a CNA é totalmente favorável ao sistema multilateral do comércio e ao fortalecimento da OMC.
Ao falar sobre o agro, a diretora de Relações Internacionais da CNA citou a preocupação do setor com as regulamentações que vinculam sustentabilidade ambiental e comércio, especificamente em relação à exigência de diligência devida (due diligence), que estão sendo discutidas em alguns mercados, como a União Europeia.
“A nossa preocupação é que a compatibilidade dessas exigências com as regras da OMC seja avaliada e que as diferenças de desenvolvimentos entre os países, no momento de implementação desses regulamentos, sejam consideradas. Outro ponto de atenção é com o impacto nos custos de produção, especialmente para o pequeno e médio produtor rural”, explicou Sueme.
No evento, também foram defendidas a redução dos subsídios distorcidos ao comércio mundial e a retomada do funcionamento do Órgão de Apelação da Organização.
Cepea, 20/06/2023 – A postura firme de preços de algumas usinas e as chuvas em algumas regiões do estado de São Paulo, do Paraná e de Mato Grosso do Sul, que chegaram a atrapalhar a produção, deram sustentação aos preços dos etanóis na semana passada. Esse cenário foi verificado apesar de outras unidades produtoras terem cedido nas negociações, visando atender a despesas típicas deste período do mês. Entre 12 e 16 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado fechou a R$ 2,5455/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), leve aumento de 0,58% frente ao do período anterior. No caso do etanol anidro, o Indicador CEPEA/ESALQ fechou a R$ 2,9930/litro, valor líquido de impostos (PIS/Cofins), praticamente estável (-0,02%) no mesmo comparativo. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)
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