Brasília (11/05/2022) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reuniu, na terça (10), os representantes da Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura para discutir as principais demandas do setor florestal.
O novo presidente do colegiado, Moacir Reis, participou do encontro e destacou a importância da comissão. “Estamos fazendo um trabalho importante envolvendo as federações e os produtores. Estamos à disposição para discutir os assuntos que defendem o produtor”.
A assessora técnica da CNA, Eduarda Lee, apresentou o plano de ação da Comissão, que tem pautas como a estruturação do mercado de carbono para espécies florestais cultivadas e a ampliação do uso de fontes renováveis na matriz energética brasileira.
Também fazem parte da lista de prioridades a otimização da produção e a ampliação da competitividade da borracha natural brasileira. Segundo Eduarda, em relação a essa cadeia, as principais ações são a discussão dos parâmetros de mercado da borracha natural, além da promoção e do apoio à realização de cursos e treinamentos de certificação para a produção integrada da borracha natural no Brasil.
Outro tema da pauta da reunião foi a apresentação das ações e resultados do “Projeto Florestas Energéticas” da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Segundo o pesquisador Guilherme de Castro, o objetivo do projeto foi desenvolver, otimizar e viabilizar alternativas ao uso de fontes energéticas tradicionais não renováveis por meio da biomassa de plantações florestais, contribuindo para a ampliação da matriz energética nacional de forma sustentável.
Também foram apresentadas a metodologia e a sistematização de informações do setor florestal de Santa Catarina, além de um panorama da produção e das tendências de consumo, pela Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR).
Por fim, foi apresentada aos membros da Comissão a Campanha de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais, promovida pela Associação Sul-Mato-Grossense de Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas (Reflore).
Cepea, 20/06/2023 – A postura firme de preços de algumas usinas e as chuvas em algumas regiões do estado de São Paulo, do Paraná e de Mato Grosso do Sul, que chegaram a atrapalhar a produção, deram sustentação aos preços dos etanóis na semana passada. Esse cenário foi verificado apesar de outras unidades produtoras terem cedido nas negociações, visando atender a despesas típicas deste período do mês. Entre 12 e 16 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado fechou a R$ 2,5455/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), leve aumento de 0,58% frente ao do período anterior. No caso do etanol anidro, o Indicador CEPEA/ESALQ fechou a R$ 2,9930/litro, valor líquido de impostos (PIS/Cofins), praticamente estável (-0,02%) no mesmo comparativo. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)
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