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POLITÍCA NACIONAL

Congresso retoma visitas em inglês e Libras aos fins de semana e feriados

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O programa de visitação institucional do Congresso Nacional voltou a contar com visitas em inglês e Libras aos sábados, domingos e feriados. Às 10h15 e às 16h15, há visita em inglês e, às 12h15, em Libras. Nesses dias, não é necessário agendamento prévio.

Durante a semana, nas segundas, quintas e sextas-feiras, continua disponível o agendamento para visitas em inglês, espanhol, francês e libras. Nas terças e quartas, não há visitação.

Em língua portuguesa, a visita ocorre das 9 às 17 horas, por ordem de chegada, nas segundas, sextas, finais de semana e feriados. A cada 30 minutos é iniciado um tour com, no máximo, 50 visitantes.

A atividade é gratuita e aberta a todos.

Agendamento
A visita deve ser agendada nos seguintes casos:

  • para as quintas-feiras;
  • para os grupos entre 15 e 50 pessoas;
  • para visitantes com necessidades especiais;
  • para tours em inglês, espanhol, francês e libras nos dias de semana.

O agendamento deve ser feito no mínimo com um dia útil de antecedência.

Para fazer a visita guiada é preciso apresentar documento oficial com foto. Não são aceitas fotos nem cópias dos documentos.

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Educação para cidadania
Com foco na educação para a cidadania, o programa de visitação apresenta informações sobre o processo legislativo e o patrimônio artístico e arquitetônico do Congresso Nacional.

O percurso tem duração de cerca de 50 minutos.

A visita percorre os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, os salões Negro, Verde e Azul, o Túnel do Tempo do Senado e o Salão Nobre da Câmara.

O visitante também conhece obras de arte de artistas como Athos Bulcão, Alfredo Ceschiatti, Di Cavalcanti, Marianne Peretti e Burle Max.

Da Assessoria de Imprensa da Câmara dos Deputados
Edição – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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