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POLITÍCA NACIONAL

Senadores da CI viajarão até Rondônia para vistoriar obras da BR-364

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A Comissão de Infraestrutura (CI) aprovou nesta terça-feira (25) três requerimentos com pedidos de diligências externas no estado de Rondônia para verificar o andamento das obras na BR-364, no trecho que liga os municípios de Porto Velho a Vilhena.

Dois dos requerimentos (REQ 15/2025 e REQ 16/2025) foram apresentados pelo senador Marcos Rogério (PL-RO), presidente da CI. Ele solicitou que os senadores possam verificar, presencialmente, o escoamento da produção de soja na capital rondoniense. Também quer fazer uma diligência nas obras do Expresso Porto, anel viário de Porto Velho, para monitorar o andamento dos trabalhos.

Além disso, o senador requereu a realização de audiência pública na Câmara Municipal de Ji-Paraná, com a participação de prefeitos, vereadores, associações comerciais e câmaras de dirigentes lojistas, para debater a concessão da BR-364.

Já o terceiro requerimento (REQ 20/2025) é de autoria do senador Jaime Bagattoli (PL-RO). Ele sugere a participação dos senadores em audiências públicas nas Câmaras Municipais de Vilhena e Porto Velho, também sobre a BR-364.

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A CI fez promoveu nesta terça uma audiência pública onde os senadores questionaram a concessão da BR-364. Os parlamentares afirmaram que a duplicação prevista é insuficiente e que os preços das tarifas para circulação vão prejudicar a atividade econômica na região.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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