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POLITÍCA NACIONAL

Nelsinho Trad é eleito presidente da CRE no biênio 2025-2026

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O senador Nelsinho Trad (PSD-MS) conduzirá a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) no biênio 2025-2026. Ele foi eleito por unanimidade nesta quarta-feira (19). A vice-presidência do colegiado ainda será definida. 

Atualmente o parlamentar preside a Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul e o Parlamento Amazônico (Parlamaz), além de liderar a Frente Parlamentar Internacional do Corredor Bioceânico. No Senado, já comandou a CRE entre 2019 e 2020. 

Ao ser reconduzido à presidência do colegiado nesta quarta, Trad agradeceu aos demais senadores e falou que exercerá a função “com responsabilidade, zelo e, principalmente, dividindo com eles as pautas, os debates e as conclusões sobre os problemas do Brasil e do mundo”. 

— A gratidão revela a alma do ser humano, é a maior e a mãe de todas as virtudes, e eu procuro sempre exercer essa característica da minha personalidade, lembrando daqueles que marcaram a nossa trajetória e que nos fizeram ser credenciado a ocupar novamente este posto. 

Trad também agradeceu ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

— Após a efetivação do seu nome como presidente, [Davi] chegou para mim e falou: “Você vai ser a pessoa certa no lugar certo e no momento certo”. Eu nunca vou esquecer isso — declarou.

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Biografia

Formado em medicina pela Universidade Gama Filho do Rio de Janeiro, Trad foi vereador por Campo Grande em 1992, sendo reeleito em 1996 e 2000. Durante seu mandato como vereador, presidiu a Câmara Municipal. Em 2002, foi eleito deputado estadual. Em 2004, foi eleito prefeito de Campo Grande, sendo reeleito em 2008. Em 2018 foi eleito senador pelo Mato Grosso do Sul. 

Sobre a CRE

São atribuições da CRE, por exemplo, a análise de indicações de chefes de missões diplomáticas, assuntos referentes à Organização das Nações Unidas e entidades internacionais de qualquer natureza. A comissão também trata de assuntos como comércio exterior e defesa nacional, entre outros. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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