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POLITÍCA NACIONAL

Leila pede voto de aplauso para atriz Fernanda Torres

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A atriz Fernanda Torres pode ser homenageada pelo Senado. Um voto de aplauso deve ser apreciado pelos senadores no início das atividades deste ano, como forma de celebrar a conquista do Globo de Ouro pela atriz — a premiação foi resultado da sua atuação no filme brasileiro Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles.

O requerimento para o voto de aplauso foi apresentado pela senadora Leila Barros (PDT-DF). No documento, Leila aponta lembra que a premiação — que aconteceu no último domingo (5) — para a categoria de melhor atriz de drama — é inédita para o Brasil. A parlamentar também destaca que o Globo de Ouro é um dos prêmios mais prestigiados da indústria cinematográfica e televisiva mundial.

“A atriz, com uma carreira brilhante que atravessa várias décadas, é um dos maiores ícones da dramaturgia brasileira. Sua atuação, sempre cheia de sensibilidade e dedicação, tem sido uma constante fonte de inspiração para novos talentos. Diante dessa relevante conquista, torna-se merecedora de uma justa homenagem, que não só reconhece sua contribuição à cultura brasileira, mas também celebra a profundidade e a riqueza de seu trabalho no teatro, no cinema e na televisão”, diz Leila em seu requerimento.

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Nas redes sociais, diversos senadores parabenizaram a atriz. Para vencer o prêmio, Fernanda Torres precisou concorreu com outras atrizes prestigiadas, como Angelina Jolie, Nicole Kidman, Tilda Swinton e Kate Winslet.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Paim critica suspensão pelo STF de processos sobre ‘pejotização’

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O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos que discutem a legalidade da “pejotização” — prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJ) para evitar o vínculo formal com carteira assinada.

— O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) destacou que essa suspensão “fere o princípio constitucional da garantia de acesso ao Poder Judiciário, negando a prestação jurisdicional por tribunais mais habilitados a reconhecer a pejotização ou as terceirizações ilícitas”. Essa tentativa de enfraquecer a Justiça do Trabalho também silencia os trabalhadores e desconsidera as vozes das ruas, daqueles que estão com as mãos calejadas — afirmou.

Segundo o parlamentar, a pejotização fragiliza os direitos trabalhistas porque o modelo de contratação disfarça vínculos formais de emprego, mantendo características como jornada definida, subordinação e salário fixo, mas sem garantir os direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

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— Essa prática é frequentemente utilizada para reduzir encargos trabalhistas e tributários, mas configura fraude quando encobre uma relação de emprego tradicional. Quando essa fraude é efetivamente comprovada, os responsáveis podem ser condenados ao pagamento dos valores devidos e não pagos pertinentes à relação trabalhista — disse.

Paim também citou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicando que a pejotização já atinge cerca de 18 milhões de trabalhadores. De acordo com o parlamentar, desde a reforma trabalhista, esse modelo de contratação causou perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões na arrecadação, colocando em risco a manutenção da Previdência Social. Ele anunciou a realização de uma audiência pública na próxima quinta-feira (9), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o tema com entidades sindicais, representantes do governo, do Judiciário e do Ministério Público.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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