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Produtividade e valor agregado ao coco é atrativo para cultivo em MS

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Já pensou em cultivar coco? Para quem pensava que coco é fruta que só do litoral, está muito enganado. É possível cultivar coqueiros em Mato Grosso do Sul. Se plantado em solo adequado, mais arenoso, menos argila e com profundidade, é possível produzir de 200 até 400 frutos por coqueiro ao ano. 

Basicamente todos os frutos consumidos no estado vem de fora. “O calor favorece o consumo que é muito bem aceito in natura. Tem mercado e os compradores pagam muito bem”, explica o instrutor Carlos Alberto Salgueiro da Cunha Rosa. 

A produtividade é um atrativo nesta atividade. Cada coqueiro pode produzir ao ano uma média de 200 frutos, sendo 15 cocos por cada cacho a cada trinta dias. 
De acordo com o instrutor, o coco exige alguns cuidados especiais. “Diferentemente de outras culturas, nesta o gotejamento não atende as necessidades da planta. Quando o coqueiro é jovem, é comum que tenha algumas doenças e na fase adulta o ácaro é bem frequente”. 

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Cada muda tem um custo médio de 30 reais e a irrigação, fator mais importante nesta atividade, o custo por hectare pode ficar em torno de 50 mil reais. “A pulverização mensal é essencial e vai exigir equipamento que jogue água com altitude. Isso reforça que esta é uma cultura que precisa de água em abundância, preferencialmente com atomizador mecânico”, acrescenta. 

É possível agregar ainda mais valor se o produtor também comercializar o fruto. O preço de venda direto para o consumidor pode variar de R$ 5 a R$ 10, enquanto se for vendido para a indústria o valor é de R$ 1. 

O Senar Mato Grosso do Sul tem em seu portfólio o curso ‘Plantio e Manejo de Pomar – Coco’ que ensina gratuitamente as técnicas para se cultivar o fruto com eficiência. Acesse senarms.org.br e conheça todas as possibilidades.

Fonte: CNA Brasil

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ETANOL/CEPEA: Preços dos etanóis seguem firmes em SP

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Cepea, 20/06/2023 – A postura firme de preços de algumas usinas e as chuvas em algumas regiões do estado de São Paulo, do Paraná e de Mato Grosso do Sul, que chegaram a atrapalhar a produção, deram sustentação aos preços dos etanóis na semana passada. Esse cenário foi verificado apesar de outras unidades produtoras terem cedido nas negociações, visando atender a despesas típicas deste período do mês. Entre 12 e 16 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado fechou a R$ 2,5455/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), leve aumento de 0,58% frente ao do período anterior. No caso do etanol anidro, o Indicador CEPEA/ESALQ fechou a R$ 2,9930/litro, valor líquido de impostos (PIS/Cofins), praticamente estável (-0,02%) no mesmo comparativo. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: Diárias de Mercado

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